Expulso durante a partida entre Olimpia e Flamengo, pela Libertadores, Jorge Sampaoli foi alvo de protestos da torcida rubro-negra no retorno da delegação ao Brasil, nesta sexta-feira (11). Desde então, o futuro do treinador argentino passou a ser debatido, mas, ao menos por enquanto, ele será mantido no cargo. A decisão, conforme noticiada pelo site GOAL, é do presidente Rodolfo Landim.
Entretanto, isso não significa que Sampaoli está prestigiado perante a diretoria. Pelo contrário, o técnico está pressionado e sua permanência vai depender dos próximos jogos. A princípio, seu contrato é válido até dezembro de 2024, mas nada impede que o mesmo seja interrompido.
Além disso, a relação do elenco com a comissão técnica não seria das melhores e ficou acentuada com o caso da agressão sofrida por Pedro. A postura interna de Sampaoli perante o episódio teria desagradado alguns companheiros do centroavante. O próprio camisa 9 não é dos mais entusiastas.
Ainda de acordo com a publicação, o entendimento interno é que a parcela de culpa precisa ser dividida entre todos, incluindo também os jogadores. Durante a partida de ontem, algumas decisões de Sampaoli não foram bem digeridas, como a permanência de Pedro no banco e a demora para sacar Felipe Luís.
Por fim, o argentino ainda foi expulso por Wilmar Roldán. Com isso, sequer deu entrevista coletiva para justificar a má atuação da equipe.
Classificado, o Olimpia encara o Fluminense nas quartas de final. Entre os brasileiros, Palmeiras, Fluminense e Internacional seguem vivos.
Sequência do Flamengo
Agora, o rubro-negro junta os cacos e foca na sequência do Brasileirão e no mata-mata da Copa do Brasil. O próximo compromisso colocará o Flamengo frente a frente com Dorival Júnior, multicampeão pelo clube em 2022 e que hoje dirige o São Paulo. A partida acontece domingo, às 18h30 (de Brasília), no Maracanã, pela 19ª rodada da Série A.

