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Consultoria alega calote do Corinthians em renegociação de dívida

Novo escândalo na diretoria do Timão aponta processo da empresa KPMG por valor milionário

Beatriz Ojeda
Ex-atleta, formada em Letras e apaixonada por esportes desde sempre. Trabalho como redatora desde 2018, fazendo cobertura de mídia esportiva, futebol, tênis e esportes americanos. Sou colaboradora do Torcedores por ser o melhor lugar para aliar as duas grandes paixões.
Consultoria alega calote do Corinthians em renegociação de dívida

Augusto Melo acompanhando treinamento do Timão (Créditos: Rodrigo Coca/ Ag. Corinthians)

O Corinthians hoje passa por uma situação complicada em todos os aspectos do clube. O Timão vive problemas financeiros, crise institucional na diretoria e problemas para entregar resultados dentro dos gramados. Nas últimas semanas, os torcedores foram bombardeados com polêmicas e há mais um novo capítulo com calote do clube.

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Segundo informações da Gazeta Esportiva, a empresa KPMG que prestou serviços como consultori ao Corinthians entre os anos 2021 e 2023 não teve seu valor pago. Cabe mencionar que o período da dívida corresponde aos anos de presidência de Duílio Monteiro Alves, mas repercute na administração atual do Timão.

Corinthians deve mais de R$ 1,5 milhão a empresa

Conforme apontado pela empresa KPMG os serviços prestados entre maio de 2021 e final de 2023 não foram honrados. A companhia move uma ação na Justiça cobrando do clube um valor superior a R$ 1,5 milhão. Esse valor em aberto foi confessado pelo presidente Duilio Monteiro Alves no dia 30 de dezembro de 2023, no final da sua gestão.

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Entretanto, o Corinthians havia prometido quitar o valor em 20 de janeiro de 2024, mas o pagamento não foi realizado. Desta forma, a KPMG alega calote e foi até a Justiça para conseguir o valor em aberto e pede ao Timão que o montante seja depositado em um prazo de três dias úteis. Caso isso não aconteça, a companhia pode indicar bens do clube a serem penhorados.

Os serviços da KPMG contribuíram na redução da dívida do Corinthians durante o período de Duílio Monteiro Alves. Em nota, o ex-mandatário explicou que a pendência era de conhecimento da atual gestão, assim como o acordo feito com a companhia. E acusa a gestão de Augusto Melo de dirigir suas atenções a contratações, quando gastou mais de R$ 130 milhões em novos atletas.

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