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Antony diz que a paternidade influencia no desempenho do jogador: “Ter uma criança ali dá um gás a mais”

Antony desconversou sobre uma possível saída do São Paulo e disse que está focado na disputa do Pré-Olímpico

Jeferson Macedo
Colaborador do Torcedores.com.

Foto: reprodução Instagram

Craque da craque e campeão da copinha, Antony ganhou espaço na equipe do São Paulo em 2019, sendo titular na maioria dos jogos da temporada passada. O jogador conversou com o site Globoesporte.com e contou um pouco de seu primeiro ano como profissional, dificuldades e sobre as responsabilidades da paternidade.

Antony estava na concentração com o time do São Paulo quando recebeu a notícia de que a namorada estava grávida.

“No começo foi muito difícil para mim, eu não queria (ser pai) por ser jovem e estar acontecendo as coisas na minha vida. Era complicado, eu ficava pensando nisso. Descobri um dia antes do jogo contra o Ituano, não estava com cabeça para jogar. Mas, com o apoio da minha família, fiz uma grande partida e dali em diante comecei a tentar cair na real, sabia que a responsabilidade iria aumentar”, disse Antony.

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Com apenas 19 anos, Antony se diz muito mais maduro e que as responsabilidades aumentaram: “Fui de um adolescente para um homem, um adulto. A responsabilidade aumenta tendo uma criança para criar. Você começa a fazer as coisas não mais só por você, mas também pelas pessoas que você ama”, afirmou o jogador.

Antony ainda afirmou que quando se tem um filho o jogador passa a correr mais e que a paternidade influencia no desempenho do jogador.

“Você tem que correr por uma pessoa que ama. Você sempre vai jogar futebol com o maior amor do mundo, mas ter uma criança ali dá um gás a mais”.

Antony está com seleção brasileira sub-23 na Colômbia, para a disputa do Pré-Olímpico. Longe do filho, o jogador diz:  “Confesso que estou com muita saudade. Você se acostuma a ver todo dia o filho em casa e depois fica um mês e pouco distante, é complicado. Mas estou focado, sei que é por ele que estou fazendo as coisas, para que quando voltar eu possa matar a saudade e, acima de tudo, levar esse vaga olímpica para ele”.

A seleção brasileira sub 23 volta a campo nesta terça-feira, a equipe comandada pelo treinador André Jardine enfrenta a Bolívia, às 22h30 (de Brasília). O jogo é decisivo, já que se vencer, o Brasil se classifica para disputar no quadrangular final uma das duas vagas nos Jogos de Tóquio.

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