Felipe Melo fala sobre estreia como zagueiro e afirma: “Estou nas mãos de um dos melhores treinadores da história”

Volante comentou sobre a braçadeira de capitão no primeiro jogo do ano no Palmeiras e ressaltou que já se sentia líder do elenco antes de conversa com Vanderlei Luxemburgo

Rafael Brayan
Estudante de jornalismo. Colaborador especialista e editor-plantonista do Torcedores.

Crédito: César Greco/Palmeiras/Divulgação

Chegando perto do fim da carreira, o volante Felipe Melo terá novo desafio nesta temporada. Em jogo de estreia do Palmeiras no ano, o jogador entrou em campo como capitão do time na primeira etapa e sofreu com a mudança de posição de volante para zagueiro no duelo contra o Atlético Nacional, pela Florida Cup.

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Durante entrevista na zona mista após o duelo nos Estados Unidos, Felipe Melo falou sobre a nova função no clube. “Difícil dizer em qual (posição) é mais difícil. Tudo é muito treinamento, é pática. É como dirigir um carro, você vai dirigindo e ficando bom. Claro que muita prudência, muita responsabilidade. Mas a gente chama o Luxemburgo de professor porque ele nos ensina. Estou na mão de um dos melhores treinadores da história do futebol, e a tendência é melhorar”, disse.

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“O treinador já falou o que muda. No meio-campo, tem que combater a todo momento. Na entrevista que ele deu, ele falou que não é que eu não possa jogar no meio-campo, mas que ele vê como um momento importante em que eu possa ajudar. Já joguei de atacante, zagueiro, lateral, meio-campo, inclusive de goleiro, peguei um pênalti. Agradeço a oportunidade de começar o ano jogando, como capitão da equipe. Não importa sua idade, você tem sempre que aprender”, continuou Felipe Melo.

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O volante do Palmeiras também analisou a partida e o forte Atlético Nacional. “Esse jogo poderia ser muito bem de Libertadores, uma equipe que há não muito tempo levantou o troféu. Tem um treinador conhecido dos brasileiros. É um início de trabalho. Para nós, defensores, não tomar gol é importante. Tivemos muitas ocasiões para fazer gol. Em grande parte, tivemos domínio da partida. Mas jogar contra colombiano é muito difícil, eles tocam muito bem a bola, são bem ousados nesse aspecto de querer atacar”, ressaltou.

Felipe Melo foi capitão pela décima vez com a camisa do Palmeiras. Ele não quis revelar a conversa com Luxemburgo, mas ressaltou que já tinha espírito de líder do elenco. “Vou ser bem sincero: já me sentia capitão da equipe. Capitão não é aquele que leva a braçadeira. O Bruno Henrique não deixa de ser capitão da equipe, o Dudu não deixa, o Gustavo. Somos vários homens que temos esse espírito de liderança e carregamos os demais. Normal”, concluiu.

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