Homofobia volta à tona e “Redação SporTV debate o assunto: “Não tem graça”

Ocorrido na transmissão da FlaTV no último Fla-Flu trouxe a questão novamente ao centro dos debates

Ítalo Bruno
Colaborador do Torcedores

Crédito: Divulgação/Flamengo

Após o episódio protagonizado pela FlaTV no Fla-Flu da última quarta-feira, o tema homofobia voltou a ser debatido. Na manhã desta sexta-feira, o assunto esteve presente nas pautas do “Redação SporTV” e o jornalista Marcos Uchôa tratou de frisar a gravidade desse tipo de “brincadeira”.

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“A homofobia mata. O Brasil é um dos países que mais mata homossexuais. O racismo mata, a violência doméstica. A gente está falando de mulheres que morre, negros que morrem, homossexuais que morrem. Então não é engraçado, não tem graça. A brincadeira faz parte de um contexto muito violento”, afirmou o jornalista.

Também presente na bancada, Luiz Antonio Simas ressaltou outro ponto importante dentro do tema: A naturalização da homofobia.

“Isso está naturalizado na história do Brasil de uma forma assustadora. Você pode comparar isso, por exemplo, com marchinhas de carnaval. A gente tem marchinha da década de 30 que é homofóbica, que é misógina, que é racista. São terríveis. Me parece que o tempo muda. E mais do que isso: isso fomenta um caldo de cultura que naturaliza essas coisas. E naturalizar essas coisas é terrível”, frisou.

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