Athletico Paranaense adianta férias de funcionários e comissão técnica por causa do coronavírus

Presidente Mário Celso Petraglia pode conceder mais 15 dias por causa do coronavírus

Wilson Pimentel
Colaborador do Torcedores

Crédito: Divulgação /Athletico Paranaense

Diante da pandemia de coronavírus, o Athletico Paranaense tomou medidas emergenciais visando o possível retorno do calendário do futebol brasileiro. Com os campeonatos regionais interrompidos, o presidente Mário Celso Petraglia resolveu antecipar 15 dias de férias da comissão técnica e funcionários. Os colaboradores do clube, inclusive, já estavam desempenhando suas funções em trabalho, ou seja, home office desde a última semana. A notícia foi divulgada primeiramente pelo jornal “Tribuna do Paraná” e posteriormente confirmada pelo Torcedores.com.

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Por outro lado, Mário Celso Petraglia ainda não determinou o período de férias para os jogadores do elenco profissional. Nesse ínterim, os atletas estão cumprindo uma série de determinações impostas pelo departamento médico do clube durante o período de quarentena. Porém, o dirigente já admite a possibilidade de conceder férias ao grupo nos próximos dias. Petraglia aguarda uma posição da Comissão Nacional de Clubes (CNC) e a Federação Nacional de Atletas Profissionais de Futebol (FENAPAF) para tomar uma decisão.

Dirigente pode estender período de férias por causa do coronavírus

O Athletico concedeu 15 dias corridos de férias. Portanto, os funcionários retornam as atividades no dia 10 de abril. Porém, tudo vai depender do acordo que será firmado pela CNC. A comissão, inclusive, avisou que os clubes darão férias coletivas durante a pandemia de coronavírus. Afinal, a autorização consta na Medida Provisória 927, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no último dia 20 de março.

Agora, as organizações também discutem uma possível redução de salários dos jogadores durante o período da quarentena. A negociação, nesse momento, está na casa de 25% de redução. A medida é vista como fundamental para reduzir os prejuízos dos clubes durante a crise sanitária, mas rechaçada pelos jogadores em atividade no futebol brasileiro.

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