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Galvão Bueno e Tite ‘desfalcam’ programa por prevenção ao coronavírus: “Estamos evitando deslocamentos”

Galvão Bueno, com 69 anos, e o técnico Tite, com 58, fazem parte do grupo de risco do novo coronavírus

Danielle Barbosa
Jornalista. Escrevendo para o Torcedores desde 2014.

Crédito: Reprodução/SporTV

Chegando aos poucos no Brasil, a pandemia do coronavírus tem afetado a rotina dos brasileiros, seja no momento de lazer ou no profissional. Nesta segunda-feira (16), o narrador Galvão Bueno e o técnico Tite, que estariam presentes na edição do ‘Bem, Amigos’, do SporTV, não puderam participaram do programa por uma determinação do Grupo Globo, que tem reduzido seu expediente como prevenção ao Covid-19.

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“Na semana passada, o Galvão Bueno anunciou que teríamos o Tite aqui hoje. Mas, por uma determinação do departamento de esporte do Grupo Globo, estamos evitando deslocamentos, a não ser aqueles que são essenciais. Como o Tite teria que se deslocar a São Paulo e outros comentaristas também, escolhemos fazer uma edição mais ‘paulistana’, com o pessoal aqui de São Paulo, mesmo. Quem também se deslocaria para fazer o programa é o Galvão Bueno. Então, hoje, eu apresento o programa, o Weverton, é nosso convidado, e o Tite virá assim que possível”, explicou Milton Leite na abertura do programa.

Ao falar sobre o assunto e ser questionado sobre o que pensava sobre a paralisação do futebol como prevenção ao coronavírus, o goleiro Weverton deixou claro que a saúde tem que ser prioridade. “A preocupação há sempre, é algo que está afetando o mundo inteiro. Talvez não nos preocupamos com nós mesmos, porque temos uma boa imunidade, mas mais com as pessoas com quem a gente convive e que estão em nossa volta. Se a gente se preocupar só com a gente, as coisas vão por água abaixo. Tem que se preocupar principalmente com as pessoas que Acho que a decisão foi acertada.”

“Nossa atenção ficar voltada para cada um se ajudar, cada um fazer a sua parte. Depois com a saúde em dia, a gente volta a jogar. Penso que é saúde em primeiro lugar, porque se a gente não tiver saúde, não tem futebol”, completou.

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