NFL: Como os Dolphins podem fazer uma excelente Draft?

A equipe do Miami Dolphins tem talvez o maior potencial no Draft de 2020 da NFL. Vamos apresentar alguns cenários positivos na primeira rodada

Matheus Ornellas
Colaborador do Torcedores.com que cobre os esportes americanos.

Crédito: Instagram da equipe

No dia 23 de Abril, teremos o início do Draft 2020 da National Football League (NFL). Quando paramos para olhar e analisar as primeiras rodadas, o Miami Dolphins tem um grande arsenal de peças para selecionar. Dentro das primeiras 70 escolhas do Draft, seis pertencem a franquia da Flórida. E, dessas seis, três são na primeira rodada (número 5, 18 e 26). Além de um futuro QB para a franquia, os Dolphins tem outras peças necessárias para seu elenco da NFL.

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Cenários do Draft da NFL para os Dolphins

Cenário 1 – Tua Tagovailoa’s  na 5, Josh Jones na 18 e Xavier McKinney na 26

Nesse cenário, a equipe de Miami não precisaria subir para selecionar o QB. Torcendo para que Tua esteja realmente saudável, é a escolha que a franquia quer fazer desde o começo de 2019. No caso de Jones, ela pode desagradar um pouco a torcida. Ele não é o mais querido entre os jogadores de linha ofensiva no Draft. Mas, considerando que na 18 as duas melhores opções já terão sido escolhidos (Jedrick Wills Jr. e Tristan Wirfs), ele parece uma opção saudável.

Na 26, McKinney seria a cereja do bolo. Vindo de umas das melhores defesas do College, Alabama, o jogador parece perfeito para o sistema de Brian Flores. Bom tackleador e excelente fazendo coberturas, pode ser usado com LB, S ou Nickel.

Cenário 2 – Tua Tagovailoa’s  na 3, K’Lavon Chaisson na 18 e D’Andre Swift na 26

Nessa situação, a equipe teria que fazer uma troca com outra franquia da NFL: O Detroid Lions. Mesmo subindo, conseguiria fazer um valor de troca que não te afetaria tanto, abrindo mão somente de sua escolha de segunda rodada (56). Porém, com isso, a equipe teria que dar um tiro mais cedo em um RB.

As explicações para Tua não mudam, afinal ele seria o motivo de subir duas posições. No caso de Chaisson, a franquia escolheria um bom EDGE que tem capacidade para ser titular no dia um. E, com isso, escolheria um OL durante a terceira rodada (provavelmente o Center Cesar Ruiz). D’Andre Swift seria um chamado reach (quando você paga um valor maior ao que o jogador vale). Porém, a classe de RBs deve ser bastante selecionada no dia 2 e deixar para uma quarta rodada poderia custar um jogador mais explosivo e sólido.

Cenário 3 – Isaiah Simmons na 5, Jordan Love na 8 e Cesar Ruiz na 26

Essa seria a mais inusitada entre as três. Os Dolphins não subiriam por Tua e ele acabaria saindo mais cedo por alguma troca de outra franquia, como os Chargers por exemplo. Com a quinta, a equipe selecionaria o melhor LB da classe, Simmons. Podendo ser um coringa na defesa, ele pode atuar como EDGE, LB e Safety.

Sem Tua, Burrow e provavelmente Herbert, os Dolphins precisariam subir para garantir seu futuro QB da franquia. A equipe fecharia uma troca com o Arizona Cardinals, abrindo mão da escolha 18 e da 56. No relógio, Jordan Love seria o mais novo QB da NFL. Mesmo questionado sobre seu último ano no College, ele tem boas armas e, com o trabalho e atenção correto, pode se desenvolver bastante.

Com a 26, o time garantia seu Center pelos próximos quatro anos. Mesmo com a chegada de Karas (que veio dos Patriots), os dois podem atuar como Guard se necessário. Ruiz é o melhor de sua posição por muito no Draft e, com as melhores opções de tackle fora de cogitação (Thomas e Jones já teriam sido escolhidos também), Brian Flores escolhe a melhor opção disponível.

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