Postura de capitão: Maicon explica gesto de chamar Marcelo Grohe e Gabriel para erguerem a taça da Copa do Brasil

Importante título de 2016 quebrou a sequência de 15 anos sem grandes conquistas no Grêmio

Eduardo Caspary
Jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014. Dupla Gre-Nal.

Crédito: Foto: Divulgação/CBF

Como se um enorme peso tivesse saído das costas, o Grêmio voltou a sorrir no final de 2016 ao vencer a Copa do Brasil, dando fim ao jejum de 15 anos sem grandes títulos. E, na hora da celebração, o capitão Maicon – destaque nas vitórias finais sobre o Atlético-MG – fez questão de chamar dois jogadores para ajudarem a levantar a taça.

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Um deles era o goleiro Marcelo Grohe. Mantido como titular por Renato Portaluppi, ele vinha sendo criticado pela torcida e na própria Copa do Brasil, durante as oitavas, falhou contra o Athletico e depois se tornou herói nos pênaltis contra os paranaenses, saindo da Arena aos prantos.

“O Marcelo (Grohe) por tudo que representa aqui dentro. Quando eu cheguei no Grêmio, em quatro, cinco meses me tornei capitão. E você vê um jogador que tem uma vida aqui dentro ter o comportamento que ele tinha, sem vaidade, nada mais justo que deixar ele viver esse momento especial. Você não sabe quando vai ser campeão novamente”, disse Maicon.

A outra mão das três a tocar a taça pertencia ao zagueiro Gabriel. Já naquele instante, o jogador se encontrava há três anos sem jogar por conta do agravamento da lesão no joelho esquerdo, em 2013. Estima-se que, desde então, cinco cirurgias foram feitas, mas nenhuma o colocou em condições de voltar a jogar. Ele segue com status de jogador do Grêmio, mas deverá se aposentar em 2020 para ganhar um cargo administrativo no tricolor.

“Ali foi um momento que eu quis compartilhar com o Gabriel, pela situação que ele se encontrava no clube, por ter feito cirurgia, não conseguir jogar. Então, quis compartilhar para poderem viver essa energia, nos fortalecer ainda mais para as próximas competições”, acrescentou o camisa 8.

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