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Tchê Tchê fala sobre sonhos: “Que não houvesse pobreza e nem racismo”

Tchê Tchê abriu o coração à TV do São Paulo e falou sobre o dia a dia fora dos gramados, além de assuntos como racismo e pobreza

Luis Fernando Filho
Jornalista formado, 23 anos, e fanático pelo futebol bem jogado para além das quatro linhas.

Crédito: Divulgação/SP

O meio-campista do São Paulo, Tchê Tchê, está de quarentena devido ao coronavírus, assim como o restante do elenco tricolor. O momento tem sido de reflexões para o atleta.

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O meia tricolor concedeu entrevista à “SPFCtv”, por onde contou os detalhes sobre o dia a dia do isolamento social. Os atletas se preservam dentro de casa, enquanto as atividades não voltam ao normal.

Tenho treinando por chamada de vídeo com a personal, na hora de treinar ela liga. Às vezes treino com a minha esposa, às vezes tem um amigo meu que vem me dar treino. A gente tem que se adaptar. Peguei uma esteira agora, está para chegar também, vamos correr aqui. A primeira semana a gente estranha muito, já tem 12 dias que eu não saio de casa. A princípio dá um surto na cabeça, você fica muito sem saber o que fazer, mas você se acostuma, tem que se adaptar”, contou Tchê Tchê em entrevista.

Tchê Tchê abre o coração sobre reflexões em tempos de coronavírus

Com a paralisação dos jogos e dos principais campeonatos que o São Paulo participa, por exemplo, o Paulistão e Libertadores, o jogador também reflete sobre o desenvolvimento da equipe.

Começando a temporada com Fernando Diniz no comando, o meia elogiou o treinador e a parceria com Daniel Alves, a referência técnica do elenco.

Acho que a maneira com que nossa equipe aprendeu a jogar com o Diniz e as apresentações em 2020, isso facilita muito. Eu erro muito pouco passe, mas tenho trabalhado para melhorar em bolas longas, lançamentos, acho que isso ajuda também, às vezes quando vem pressionar a gente pode achar… Eu, o Dani, o pessoal ali de trás achar um bom passe mais longo acaba quebrando as linhas e facilita para a gente chegar no gol adversário”, disse.

Além disso, Tchê Tchê ainda respondeu um questionamento sobre os sonhos dentro ou fora do futebol. O atleta tricolor não hesitou na sinceridade.

“Que não houvesse pobreza e nem racismo. Que todos fossem tratados iguais”, afirmou.

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