Ricardo Teixeira, Marco Polo e mais: 5 dirigentes do futebol brasileiro envolvidos em esquemas de corrupção

O Torcedores levantou uma lista com alguns dos dirigentes mais influentes do futebol que são acusados pela justiça

Matheus Expedito
Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero. 22 anos. Amante do esporte bem jogado e admirador de boas histórias.

Crédito: Crédito da foto: Rafael Ribeiro / CBF

Ninguém tem dúvidas que há um mundo bem obscuro por trás do futebol brasileiro e, até por isso, muitos dirigentes e empresários estão constantemente ligados a esquemas de corrupção. Os maiores exemplos estão na Confederação Brasileira de Futebol, onde três ex-presidentes foram acusados e sentenciados por negócios fraudulentos à frente da instituição.

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O Torcedores puxou uma lista desses cartolas que estão com nomes em páginas policiais. Confira:

José Maria Marin – Ex-presidente da CBF (2012-2015) – O ex-governador de São Paulo foi considerado culpado pela justiça dos Estados Unidos em seis crimes: organização criminosa, fraude bancária (3x) e lavagem de dinheiro (2x). Todos ligados a Libertadores da América, Copa do Brasil e Copa América, no período em que presidiu o órgão máximo do futebol nacional.

Ricardo Teixeira – Antecessor de Marin, o mineiro comandou a entidade por cinco mandatos consecutivos, de 1989 a 2012. Foi acusado de fraudes em contrados da Libertadores, Copa América e Copa do Brasil, tendo recebido R$ 32 milhões em propinas. Acabou banido pela FIFA no ano passado, impedido de ter qualquer contato com futebol permanentemente.

Marco Polo Del Nero – Também banido do futebol pela FIFA, o ex-presidente da FPF e da CBF é considerado culpado em acusações de “surbono e corrupção”, “oferecer e aceitar presentes e outros benefícios”, além de violar as regras gerais de conduta do Código de Ética da FIFA.

Alberto Dualib – Presidente mais duradouro da história do Corinthians, o ex-cartola viu o nome em páginas policiais em seus últimos momentos pelo clube. Em 2008, o Ministério Público denunciou o ex-mandatário por formação de quadrilha e estelionato. Como uma das consequências da administração obscura, o alvinegro caiu à segunda divisão em 2007.

Vitório Piffero – Outro dirigente que colocou a equipe na segunda divisão, Vitório é acusado pelo Ministério Público por desvios de recursos do clube durante a sua gestão, entre 2015 e 2016. Ele se enquadra nos crimes de estelionato e formação de quadrilha.

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