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Brasileiros buscam naturalização para jogar Copa de 2022 pela China

País asiático se torna alternativa para atletas realizarem sonho de participar do torneio

Hugo R. Oliveira
Colaborador do Torcedores.com.

Crédito: Di Yin/Getty Images

Habituados ao futebol asiático, alguns jogadores brasileiros buscam uma alternativa para disputar a Copa do Mundo de 2022, no Qatar. Qual a opção? Conseguir naturalização chinesa para atuar na seleção local nas Eliminatórias e, assim, tentar uma vaga na próxima edição do Mundial.

Entre os jogadores que teriam oportunidade de pleitear um lugar, há cinco nomes. Elkeson, Aloísio e Ricardo Goulart, todos do Guangzhou Evergrande; Fernandinho, do Hebei Fortune; e Alan, do Beijing Sinobo Guoun. Eles turbinariam os chineses na tentativa de chegara o torneio.

Parte deles já tem processo de naturalização adiantado. Elkeson e Aloísio estão com a naturalização permitida. Inclusive, foram “batizados” com nomes chineses. Elkeson passou a ser chamado de Ai Kesen, enquanto Aloísio ganhou o nome de Lou Guofo. Goulart, por sua vez, aguarda liberação da Fifa.

Exigências chinesas de olho na Copa

Para se tornar um cidadão chinês, vai além de ser batizado com nome local e atuar no país por muitos anos.  O jogador para atuar na seleção local precisa também renunciar sua antiga cidadania, pois não é permitido dupla nacionalidade no lugar.

Os jogadores que pretendem atuar pela seleção chinesa na Copa precisam fechar suas residências fiscais no Brasil, ou seja, as contas bancárias. Além disso, também mudar investimentos nacionais para Contas de Domicílio Exterior (CDE) que permita o câmbio para receber salários no exterior.

Vale lembrar que o processo de naturalização é exclusivo ao jogador para disputar qualquer torneio pela seleção chinesa. Não é necessário que seus familiares façam o mesmo assim. Eles podem continuar com a cidadania brasileiro e não precisam passar pelo processo de exigências do país.

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