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Fernando Uribe abre o jogo sobre relação com Jorge Sampaoli no Santos

Atacante foi contratado pelo Santos vindo do Flamengo para ser solução na posição de centroavente

Paulo Foles
Jornalista, amante da escrita e apaixonado por esportes. Twitter: @PaulFoles

Há exato um ano, Fernando Uribe foi contratado pelo Santos para ser opção como centroavante no time até então comandado por Jorge Sampaoli. Vindo do Flamengo, o colombiano não teve espaço até o momento e vê Eduardo Sasha ser o titular na posição. Ele foi contratado por 5 milhões de reais e tem contrato com o Peixe até junho de 2022.

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Até o momento, ele não marcou gols com a camisa do Santos. Uribe segue sem espaço com Jesualdo Ferreira, assim como nos tempos de Sampaoli. O jogador concedeu entrevista à Win Sports TV e abriu o jogo sobre sua relação com o treinador argentino, que hoje está no Atlético-MG.

Relação com Sampaoli

“Tinha um ponto de vista sobre a maneira que era utilizado, mas ele tomava a decisão. E havia o que eu achava correto ou não, a forma como eu queria jogar ou me sentia cômodo… Foi essa a diferença, ele tinha outra opção e dava resultado. Foi o que me fez não ter sequência. Não foi briga, mas não convinha levar isso ao extremo, nem ter relação insustentável. Quando algo assim ocorre é melhor buscar uma saída. Ou achar uma solução ao problema, fazendo o que ele queria… Era uma relação falida por assim dizer”

“São coisas do futebol”

“E eu não me sentia nas condições de fazer. Conversamos, solucionamos e terminei não jogando, mas respeitei e entendi o motivo de não jogar. São coisas do futebol. Há técnicos que te amam e sempre contam contigo, bem, mal, lesionado, e outros que por estilo de jogo ou estilo tático, não utilizam tanto. Jogador precisa entender e ser profissional”

Parte física e idade 

“Acabei não jogando muito. Chega uma etapa que se dá o máximo pela idade, parte física e várias coisas. Com mais idade, se joga mais com experiência, mas a continuidade é necessária para dar constância ao corpo, a forma física. As condições para competir. Quando se deixa de competir tanto, fica mais difícil. Não é o mesmo de quanto tinha 25 ou 27 anos. Essa continuidade me falta, mas sempre trato de ajudar, de me esforçar, e esperando voltar a jogar e ter sequência”

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