Quase! 6 estrelas que não conseguiram se tornar campeãs olímpicas

Renan Dal Zotto completa 60 anos de vida neste domingo (19). Ícone da geração de prata do vôlei brasileiro, o ponteiro é considerado um dos maiores jogadores da história da modalidade, mas nunca conseguiu se tornar campeão olímpico

Andressa Fischer
Gaúcha, 22 anos | Escrevo sobre vôlei, futebol feminino e dupla Gre-Nal.

Crédito: Foto: Reprodução/Instagram

Assim como o Renan Dal Zotto, outros atletas também nunca conseguiram alcançar a glória de subir ao lugar mais alto do pódio em Jogos Olímpicos. Apesar de ter sido o grande astro do vôlei brasileiro nos anos 80, a geração de prata – tal como diz o nome – marcou época, mas não conseguiu superar os Estados Unidos de Karch Kiraly.

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Referências ainda hoje, Fernanda Venturini e Ana Moser também ficaram no quase. Tanto a levantadora, quanto a ponteira, são consideradas umas das melhores da história em suas posições, mas tiveram o azar de cruzar com a seleção cubana de Mireya Luís e companhia, e conseguiram apenas uma medalha de bronze em Atlanta.

Também no vôlei, as russas Sokolova e Gamova carregaram a sua seleção por muitos anos, mas apesar de terem sido bicampeãs mundiais na modalidade, nunca conseguiram conquistar o mesmo feito em Olimpíadas.

A primeira inovou a sua posição e ficou conhecida por sua técnica inigualável e por ser uma ponteira completa, tanto no ataque, quanto no passe e defesa. Por sua vez, a oposta divide com Sheilla a honraria de ter sido a maior da posição no século XXI, sendo reconhecida por sua força e alcance impressionante.

Outra jogadora que marcou a posição de ponteira no vôlei mundial foi a norte-americana Logan Tom. Com passagem pelo Rio de Janeiro, então Unilever, a estadunidense também é considerada uma das maiores da história e ainda em atividade, é conhecida por seu talento extremo no ataque e no fundo de quadra, com passes e defesas precisas.

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