Arnaldo Ribeiro exalta atitude de Diego Costa no Majestoso e faz comparação com Rodrigo Caio: “Jogar clássico é meter o dedo na cara do adversário”
No último domingo (30), o São Paulo venceu o clássico Majestoso contra o Corinthians. O duelo, válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro 2020, no estádio Cícero Pompeu de Toledo, popularmente conhecido como Morumbi, foi decidido nos acréscimos da segunda etapa. Um lance, porém, chamou muita atenção: a encarada de Diego Costa em Jô. A atitude foi muito elogiada por Arnaldo Ribeiro, comentarista do SporTV.
Premiere/Reprodução
Comentarista destacou que “jogar clássico é meter o dedo na cara do adversário”; Arnaldo Ribeiro comparou atitudes de Diego Costa com a de Rodrigo Caio
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Em live no canal Arnaldo e Tironi, mantido por ele e pelo também jornalista Eduardo Tironi, Arnaldo Ribeiro falou sobre o lance. “Além do Hernanes, o outro personagem do jogo é a antítese do Rodrigo Caio: o Diego Costa, muleque, zagueiro. Foi bancado em cima de Arboleda e Bruno Alves, vinha jogando super bem na saída de jogo, tem estilo, tem técnico. Mas… o que ele fez de mais importante no jogo? Meteu o dedo na cara do Jô. Jogar clássico é meter o dedo na cara do adversário, é falar que não vai ganhar nem por um cacete. Fez isso com o Gil no primeiro tempo e com o Jô no segundo. Isso também tem peso 10. Pela sequência e por ter sido o cara que encarou o veterano do jeito que tinha que encarar, ele foi um dos grandes personagens da partida”, encerrou Arnaldo Ribeiro, falando do zagueiro.
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Comparação
Em outro momento, Arnaldo Ribeiro relembrou Rodrigo Caio novamente. “Ele teve uma atitude que alguns jogadores do São Paulo não entenderam nesse tipo de fila. Contra rival não pode dar mole, não pode dar sorrisinho, não pode bater palminha nem sair abraçado. Foi a questão do Rodrigo Caio lá atrás. Aquela situação foi a responsável pelo início da queda do Rogério Ceni. Uma derrota fragorosa, com uma atitude que não pode ser compatível com um time grande na fila. Quando o Diego Costa resolve encarar o Gil e o Jô, ele mostra que entende exatamente o momento pelo qual o clube tá vivendo. Alguns caras muito mais velhos do que ele não compreendem. Mais do que a atuação técnico e física, que ele foi um monstro, isso faz muito parte do futebol”, finalizou Arnaldo Ribeiro.
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