Cris Cyborg volta a revelar desejo de revanche com Amanda Nunes

Prestes a defender cinturão do Bellator, brasileira mantém vontade de revanche contra ‘Leoa’

Victor Martins
Um homem que acredita ser jornalista, escritor e 'chato'. Decidam vocês qual será a opção escolhida.Formado na Universidade Metodista de São Paulo. No Torcedores desde 2016 ou algo parecido.

Crédito: Divulgação/Facebook Oficial Bellator

Cris Cyborg lutará nesta quinta-feira (15) diante de Arlene Blencowe para defender o cinturão peso-pena do Bellator. Mas mesmo em sua nova casa, o UFC e uma lutadora em especial continuam na mente da paranaense.

Em entrevista ao Combate, a curitibana afirmou que ainda deseja ter a revanche com Amanda Nunes, que a venceu no Ultimate e lhe tomou o cinturão dos penas da organização. Mesmo que defenda uma outra organização de MMA e que a passagem pelo UFC não tenha lhe rendido boas relações com Dana White.

“Após a luta, pedi a revanche e não tive essa oportunidade. Eu tinha duas escolhas: estar num lugar e não ser feliz, mas talvez ter a revanche; ou sair e ir para outro lugar onde eu pudesse ser feliz. E ver se está na obra de Deus que eu enfrente a Amanda de novo. Seria uma luta maneira, quero essa luta, quero a revanche, mas agora o foco está na Arlene”, declarou Cyborg.

Para viabilizar a revanche, Cris Cyborg teria que ultrapassar a principal barreira: estar no Bellator enquanto Amanda Nunes ainda segue no UFC. Para isto, a paranaense sugeriu uma co-promoção entre as duas organizações, algo que Dana White jamais quis fazer em toda sua vida controlando o Ultimate.

“O Scott Coker (chefão do Bellator) já mandou os lutadores dele para o Japão e ele nunca teve esse tipo de problema, de mandar os lutadores dele para lutar representando o Bellator em outros lugares. Antes de eu assinar meu contrato, eu já tinha falado com ele isso e ele me disse que estava aberto para fazer isso. Com certeza, isso seria algo bacana. Já acontece no boxe, com um representante de uma organização lutando contra outra. O MMA precisa evoluir, tem 25 anos, a gente tem que fazer a luta que os fãs querem ver. Mas tem que ver se o UFC quer fazer”, afirmou.

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