McGregor pode lutar por cinturão no boxe com vitória, diz dirigente

Presidente do Conselho Mundial de Boxe falou sobre chances do irlandês voltar aos ringues; luta contra Manny Pacquiao vem sendo especulada

Victor Martins
Um homem que acredita ser jornalista, escritor e 'chato'. Decidam vocês qual será a opção escolhida.Formado na Universidade Metodista de São Paulo. No Torcedores desde 2016 ou algo parecido.

Crédito: Reprodução/Instagram

A volta de Conor McGregor ao boxe vem sendo cogitada nos últimos meses com especulações e até um ‘anúncio’ de que o irlandês enfrentaria o filipino Manny Pacquiao. Com tais rumores, já há quem queira conseguir aproveitar a possibilidade do ‘Notorious’ retornar aos ringues.

Mauricio Sulaiman, presidente do Conselho Mundial de Boxe, disse em entrevista ao jornal inglês ‘The Sun’ que, caso o astro do MMA volte ao boxe e vença uma luta contra um adversário ranqueado, há a chance de poder lutar por algum cinturão num hipotético combate seguinte.

“Tudo o que McGregor precisa é lutar e vencer alguém ranqueado. Aí, ele poderia ser elegível para lutar por um título”, disse Sulaiman.

Na ‘nobre arte’, Conor McGregor tem apenas uma luta como profissional, a derrota para Floyd Mayweather Jr na superluta entre ambos em agosto de 2017. Para o presidente do Conselho Mundial, não haveria qualquer empecilho para o irlandês disputar um cinturão por já ter experiência o bastante no mundo das lutas para lhe assegurar tal chance.

“Temos exemplos de muitos lutadores de muay thai que chegam ao boxe e vão lutar pelo título, assim como amadores como Vasyl Lomachenko. Eles vem ao boxe profissional e lutam  e isso tem dado muito certo. Qualquer um que tentar o boxe e conseguir provar com vitórias pode tentar o cinturão. No Conselho, nós consideramos sim lutas amadoras como critério. No caso de lutadores da Tailândia, nós consideramos as lutas que fizeram de muay thai. Como o Conor tem carreira no MMA, isso seria considerado.  Ele não é um novato, já tem uma longa trajetória em esportes de combate”, disse.