Negociações e apostas na base garantem redução na folha salarial do Palmeiras; veja comparativo

Diretoria do Palmeiras optou por mudar seu planejamento a partir de 2020

Bruno Romão
23 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: bruno.romao.nascimento@gmail.com

Crédito: Cesar Greco/Ag.Palmeiras

Após alguns anos com altos investimentos por parte da Crefisa, o Palmeiras mudou seu planejamento para 2020. Sendo assim, nenhuma contratação com valores astronômicos foi feita, e o clube decidiu apostar nos jovens da base. Além disso, o ano passado contou com saídas no elenco, algo que fez a folha salarial ser “enxugada”.

Portanto, segundo dados da plataforma “BR Contracts”, as negociações de Bruno Henrique, Diogo Barbosa, Victor Luís, Iván Angulo e Dudu fizeram com que o pagamento feito ao elenco sofresse uma queda de R$ 2,4 milhões em relação ao final de 2019. Portanto, o montante geral caiu de 8,8 milhões para R$ 6,4 milhões pagos mensalmente ao plantel.

Apesar de nomes como Hulk estarem sendo especulados, não é garantido que o Palmeiras faça contratações de peso em 2021. Portanto, de acordo com Maurício Galiotte, a prioridade é segurar os jovens da base no clube.

“Podemos contratar (nomes grandes de jogadores voltando da Europa)? Podemos. Mas este definitivamente não é o momento. A gente tem que ter responsabilidade num ano tão difícil como esse. A gente não vai fazer nenhuma contratação até o fim da temporada. Não vamos falar de nomes”

“O Palmeiras tem um time pronto para os próximos dois ou três anos. Com alguns ajustes e contratações pontuais, tem muitos garotos para subir. Meu desejo é não vender os meninos, mas tenho que ser sempre muito equilibrado nas decisões. Se for necessário, se o Palmeiras precisar, nós temos compromissos. Teremos que fazer, mas eu gostaria de manter”, declarou à “Rádio Transamérica”.