Filipe Luís revela que se sentiu “traído” por Mourinho no Chelsea: “Não queria mais trabalhar com ele”

Lateral do Flamengo trabalhou com o treinador português no clube londrino

Bruno Romão
24 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: bruno.romao.nascimento@gmail.com

Crédito: Divulgação/Chelsea

Em entrevista ao jornal “Daily Mail“, Filipe Luís relembrou sua passagem no Chelsea. Dessa forma, após ser contratado pelos Blues, o lateral-esquerdo não conseguiu ter sequência no clube londrino, já que não convenceu José Mourinho. Portanto, ele considera que se sentiu “traído” pelo treinador, tendo em vista que saiu do Atlético de Madrid, time em que era titular absoluto.

“Quando estive no banco pela primeira vez fui ver com Mourinho e pergunte: ‘Porque me trouxe para aqui? Porque não me deixou no Atlético?’. Ele disse que não se sentia tão seguro defensivamente comigo como com o Azpilicueta e que eu tinha de lutar pela posição. Não podia esperar que pelo nome fosse a primeira opção. Ele tinha razão, eu não estava jogando bem, mas também penso que há que se estar em campo para melhorar”

“Não me arrependo de ter ido para o Chelsea, porque era uma das melhores equipes do mundo, mas todo mundo quer jogar. Nesse momento me senti traído, não queria trabalhar mais um ano com Mourinho”, declarou.

DUELOS COM MESSI

Após deixar o Chelsea, Filipe Luís retornou ao Atlético de Madrid. Portanto, ele teve vários outros duelos particulares com Messi, e revelou a estratégia que tinha para marcar o argentino.

“Um dia gostaria de perguntar a Messi como foi jogar contra mim. Considerava os jogos mais importantes da minha vida contra ele, porque ele foi o melhor jogador que já vi jogar. Messi tinha uma coisa – e eu o estudei muito – que era muito importante. Ele improvisa. Ele não tem o drible em mente antes que a bola chegue até ele”

‘Ele observa o movimento do defensor e dependendo da posição do seu corpo, ele vai para um lado ou para o outro. Então, primeiro tentei não deixá-lo receber a bola. Se ele receber a bola de frente para você, um a um, é impossível por causa daquela improvisação que ele tem. Você não pode planejar isso, porque ele está te observando e pode mudar. Eu fingiria fazer um bote, de um lado, para tentar fazê-lo ir para o outro lado, onde eu realmente o queria”, expressou.

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