Fluminense: Roger comemora vitória histórica sobre o River Plate

Tricolor se tornou segundo time brasileiro a vencer Boca e River como visitante e também garantiu o primeiro lugar de sua chave

Victor Martins
Um homem que acredita ser jornalista, escritor e 'chato'. Decidam vocês qual será a opção escolhida.Formado na Universidade Metodista de São Paulo. No Torcedores desde 2016 ou algo parecido.

Crédito: FOTO: LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C

O Fluminense encerrou a fase de grupos da Libertadores com chave de ouro e um grande resultado. O Tricolor bateu o River Plate por 3 a 1 nesta terça-feira (25) em pleno Monumental de Núñez para se classificar de vez para a próxima fase e fechar em primeiro lugar de seu grupo.

Além disto, o Flu se tornou o segundo time brasileiro (o primeiro foi o Cruzeiro) a vencer tanto River Plate como Boca Juniors em seus respectivos estádios em jogos de Libertadores. Uma vitória que mereceu uma comemoração exaltada de Roger Machado.

“Estamos felizes porque não é qualquer equipe vem na Argentina e vence o River no Monumental. Quando atleta, vivi momentos felizes aqui, venci e sei como é difícil. Era um jogo decisivo, com três dos quatro times do grupo com chances. E isso deixou o jogo meio tenso. Mas o time soube trabalhar a cabeça, o emocional e esteve pronto para vencer”, disse Roger.

Quem chega e quem sai dos clubes?

 

A vitória em cima do River vem depois da perda do Campeonato Carioca para o Flamengo,  em que o treinador foi criticado por escolher uma formação que deixava o meio-campo mais exposto. Contra os argentinos, Caio Paulista e Gabriel Teixeira foram escalados nas pontas e, para o treinador, ajudaram a conter tais problemas que surgiram na decisão carioca.

“Em parte, a gente conseguiu com o Caio (Paulista) e o Biel (Gabriel Teixeira) encurtar  mais rápido, ter pressão na bola quando ela vai pelos corredores laterais. Mas também com um posicionamento mais atrasado do meu meia, saindo de dentro para frente para pressionar. Isso fez com que a gente sempre ficasse com jogadores no centro do campo sem desguarnecer o setor. Foi uma mudança sensível de posicionamento que alterou muito a disposição da pressão, mas também os jogadores com características diferentes nestas funções pelo lado”, disse.

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