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Comitê de ética do Cruzeiro instaura apuração contra ex-presidente

Órgão da Raposa inicia processo para averiguar possíveis irregularidades cometidas por Wagner Pires de Sá

Por Victor Martins em 30/06/2021 14:27 - Atualizado há 5 anos

O Cruzeiro decidiu nesta semana começar a apurar irregularidades cometidas pela gestão do ex-presidente Wagner Pires de Sá. Na última terça-feira (29), a Raposa comunicou em nota que seu Comitê de Ética instaurou um ‘procedimento de apuração’ contra o dirigente.

O processo, algo como um investigação de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito), irá apurar irregularidades que teriam sido cometidas pelo dirigente. O procedimento é baseado em uma ‘série de documentos’ de posse do Comitê e fora um pedido do atual mandatário cruzeirense, Sérgio Santos Rodrigues. O inquérito terá como relator Herones Márcio Amaral Lima

Wagner Pires de Sá ainda não foi notificado pelo Comitê, mas assim que o fizer, terá dez dias para se defender. Caso não apresente sua defesa neste prazo, será julgado à revelia pelo órgão, assim como também pelo Conselho Deliberativo, que pode apontar até sua exclusão dos quadros do clube. Tal processo já fora iniciado em 2020, mas está por ora parado.

Acusado de envolvimento em uma série de irregularidades cometidas dentro do clube, como lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e formação de organização criminosa, o ex-presidente renunciou ao cargo no final de 2019 depois do rebaixamento da Raposa para a Série B do Brasileiro.

Confira a nota oficial do Cruzeiro sobre o processo contra Wagner Pires de Sá (extraída do site oficial do clube)

 

O Comitê de Ética e Disciplina do Conselho Deliberativo se reuniu nesta terça e instaurou o procedimento de apuração contra Wagner Pires de Sá, a partir do pedido de Sérgio Santos Rodrigues, que solicitou a expulsão do ex-presidente do Cruzeiro.

A denúncia feita por Sérgio Santos Rodrigues foi fundamentada com uma série de documentos cedidos ao Comitê de Ética e Disciplina, que agora notificará Wagner Pires de Sá.

Após receber a notificação formal, Wagner Pires de Sá terá um prazo de 10 dias para apresentar sua defesa. Caso descumpra o prazo, ele será julgado à revelia e, posteriormente, pelo Conselho Deliberativo. Herones Márcio Amaral Lima foi sorteado como relator do processo.

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