Rizek questiona Gabigol na reserva da seleção após um jogo: “Sinal de que Tite não morre de amores pelo jogador”

Para o apresentador, Gabigol tem que fazer chover se quiser estar entre os 11 titulares do Brasil

Danielle Barbosa
Colaboradora do Torcedores.com.

Crédito: Lucas Figueiredo/CBF

A seleção brasileira venceu o Paraguai, em Assunção, por 2 a 0, e abriu sete pontos de vantagem para a Argentina, segunda colocada na tabela de classificação das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022. A partida marcou o ‘retorno’ de Gabriel Jesus ao time titular, após Gabigol iniciar o jogo contra o Equador. Para o apresentador André Rizek, a volta do jogador do Flamengo para o banco de reservas mostra que o técnico Tite não é um dos maiores fãs do artilheiro.

“Gabigol no banco. Depois de um mísero jogo. Mais um sinal de que Tite não morre de amores pelo jogador – como adora os bons Jesus e Firmino. Só foi titular contra o Equador porque seu momento no Fla praticamente impunha isso. Mas tem que fazer chover se quiser estar entre os 11”, disse Rizek em seu perfil no Twitter.

Em entrevista às vésperas da partida contra o Paraguai, o técnico Tite falou sobre as diferenças entre Gabriel Jesus e Gabigol, e citou também Richarlison e Roberto Firmino. “O Gabriel Barbosa te dá uma flutuação e infiltração de espaço para finalização. O Jesus produziu muito pelo lado, foi um dos destaques nossos na Copa América. Também ataca o espaço, muita força. Richarlison também dá isso. O Firmino é um 9 que exerce o papel de 10. Esses jogadores vão te dando essas possibilidades de utilização dentro de uma determinada forma. Temos um plano A e plano B, que os atletas já têm bastante dominado.”

Quem chega e quem sai dos clubes?

 

Vale lembrar que Gabriel Jesus é peça fundamental da seleção brasileira comandada por Tite desde que o treinador assumiu o cargo, em 2016. O atacante do Manchester City é o segundo atleta que mais jogou no período – são 43 partidas, sendo 36 delas como titular. O camisa 9 só fica atrás do zagueiro Marquinhos, com 46 jogos. O atacante também é o vice-artilheiro da ‘era Tite’, com 18 gols, enquanto Neymar lidera o ranking com 20.

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