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Presidente do Cruzeiro justifica alto número de contratações para a temporada

Raposa contratou 19 jogadores para a temporada 2021 do futebol brasileiro; dirigente cita falta de recursos e desejos dos treinadores pelo número de reforços

Victor Martins
Um homem que acredita ser jornalista, escritor e 'chato'. Decidam vocês qual será a opção escolhida.Formado na Universidade Metodista de São Paulo. No Torcedores desde 2016 ou algo parecido.

Crédito: Divulgação/Site Oficial do Cruzeiro

Em que pese dificuldades financeiras, o ‘transfer ban’ imposto pela Fifa e os problemas para achar nomes importantes, o Cruzeiro se muniu com vários reforços para 2021. Ao todo, 19 jogadores foram contratados visando a disputa do Campeonato Brasileiro da Série B.

E qual seria a justificativa para uma quantidade grande de jogadores serem contratados? O presidente da Raposa, Sérgio Santos Rodrigues, explicou que a rotatividade dos técnicos e os diversos pedidos de jogadores e mais a falta de recursos financeiros para nomes de peso causaram a chegada de grande número de atletas para o time.

“Quanto às contratações, acho que foi muito bem colocado. Primeiro, teve uma mudança de técnico no meio (Felipe Conceição por Mozart) e a gente sabe que essa é uma realidade do futebol brasileiro. Todo técnico busca isso. Quando tivemos um técnico no começo do ano, ele foi buscar jogadores de confiança. Quando fizemos essa mudança, identificamos situações para trazermos outros atletas. A verdade é essa”, disse Rodrigues ao Seleção SporTV.

Apesar do alto número de contratações, foram poucos os contratados para a temporada que conseguiram se firmar no time do Cruzeiro. As justificativas encontradas pelo mandatário cruzeirense foram que a equipe não conseguiu encaixar os reforços em relação ao padrão de jogo esperado e a falta de dinheiro para investimentos de peso.

“O que se falava ano passado era que a gente precisava mais de jogadores de Série B. Trouxemos o melhor camisa da Série B, o melhor lateral-esquerdo da Série B, o volante que conseguiu acesso com o Cuiabá. Mas nem sempre essa performance vai se repetir. E a gente tem que, dentro da nossa capacidade trazer. Mas o mais difícil é fazer futebol sem dinheiro. A questão principal encontrada aqui é como fazer futebol sem dinheiro num momento complicado como este”, ressaltou.

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