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Filipe Luís cita quatro clubes da América do Sul com pressão acima do futebol europeu: “Nem se compara”

Lateral incluiu o Flamengo e outro clube do Brasil em sua comparação com os times do Velho Continente

Bruno Romão
24 anos, jornalista formado pela Universidade Estadual da Paraíba, amante da escrita, natural de Campina Grande e um completo apaixonado por futebol. Contato: bruno.romao.nascimento@gmail.com

Crédito: Marcelo Cortes / Flamengo

Em entrevista ao jornal “AS“, Filipe Luís contou detalhes dos momentos que está vivendo em seu retorno ao futebol brasileiro. Após se tornar ídolo do Atlético de Madrid, o lateral-esquerdo, em 2019, aceitou a oferta do Flamengo e realizou o sonho de jogar no clube do coração. Mesmo assim, ele ressaltou a pressão que está vivendo em atuar no Rubro-Negro, e citou mais três equipes da América do Sul em que a situação é semelhante, algo que não é visto na Europa.

“Eu amo isso, o desafio que isso gera para você, como jogador de futebol, traz o que há de melhor, o desempenho máximo. Aqui, se perder, as pessoas vão te dizer que estão bravas. Eles sabem como você jogou, todo mundo vive o futebol intensamente. Mesmo em um grande time da Europa nem se compara ao Boca, River, Flamengo e Corinthians. A partir desse momento você sabe que vai vir e não vai ser fácil, esse desafio é o que me faz sentir vivo. Me fez sentir vivo de novo aos 34 anos”, declarou.

DIFERENÇAS ENTRE EUROPA E AMÉRICA DO SUL

Além disso, Filipe Luís relatou as discrepâncias entre o futebol praticado na América do Sul e na Europa. Sendo assim, em sua visão, há um estilo mais “honesto” no Velho Continente, situação que permite um jogo mais fluído.

“Acho que há jogos táticos complexos aqui. Já fiz jogos complicados da Libertadores, com times bem trabalhados, onde os treinadores mudaram de sistema dentro do jogo. A maior mudança entre Brasil e Europa é a atitude do jogador. Aqui muitas vezes perde-se a bola ou acontece alguma coisa no jogo e os jogadores perdem a cabeça. Na Europa isso não costuma acontecer, os jogadores e os times ficam mais concentrados. O futebol europeu engana menos, os árbitros não caem em armadilhas, não querem ser protagonistas“, disse.

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