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Balanço das Paralimpíadas: Asiáticos dominaram o badminton, que só teve um brasileiro

Vitor Tavares chegou a disputar a medalha de bronze no badminton, mas perdeu de virada e ficou sem pódio

Mário André Monteiro
Jornalista com passagens por Portal iG, Fox Sports e Osasco Audax. Atualmente editor do Alemanha FC (http://www.alemanhafc.com.br). No Twitter: @alemao_mario e no Instagram: @marioalemao

Crédito: Tokyo 2020

O badminton fez sua estreia em Jogos Paralímpicos na edição de Tóquio 2020. E, como era de se esperar, os países asiáticos dominaram a modalidade.

Foram 10 classes entre as categorias masculino e feminino e 14 medalhas de ouro distribuídas, sendo que apenas uma delas não foi para Ásia: o francês Lucas Mazur foi campeão na categoria SL4.

Os outros 13 primeiros lugares ficaram com a China, país que mais faturou medalhas de ouro, com cinco, seguida por Japão (3 ouros), Indonésia (2 ouros), Índia (2 ouros) e Malásia (1 ouro).

Coreia do Sul (3 pratas e 1 bronze), Hong Kong (1 prata e 1 bronze) e Tailândia (1 prata e 1 bronze) também foram ao pódio no badminton das Paralimpíadas de Tóquio, confirmando a supremacia asiática na modalidade.

Além da França, que levou um ouro e uma prata, a Grã-Bretanha (1 prata e 1 bronze) foi a outra europeia intrusa na hegemonia dos países da Ásia.

O Brasil teve apenas um representante no esporte. Na classe SH6 masculina, Vitor Tavares conseguiu chegar até a disputa da medalha de bronze, mas foi superado pelo britânico Krysten Coombs e acabou ficando sem pódio.

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