Home Futebol Mauro Cezar compara postura do Palmeiras com lanterna do Campeonato Inglês: “Não atacou”

Mauro Cezar compara postura do Palmeiras com lanterna do Campeonato Inglês: “Não atacou”

Comentarista acredita que o Palmeiras não teve variação tática contra o Chelsea

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.

Durante o programa “Bate Pronto”, Mauro Cezar Pereira avaliou o comportamento do Palmeiras na final do Mundial. Por conta da prioridade de sair nos contra-ataques, o comentarista apontou que a postura do Verdão foi semelhante ao desempenho do Burnley, lanterna do Campeonato Inglês. Além disso, o jornalista citou que o Plymouth, que fez jogo duro contra os Blues, teve mais coragem de partir para cima da equipe de Thomas Tuchel.

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“Parecia Chelsea x Burnley. Palmeiras não atacou! Mas não é fácil ganhar do Burnley, é jogo duro. Os números do Palmeiras foram parecidos com o do Plymouth uma semana antes, sendo que o Plimuouth jogou no campo do Chelsea. Palmeiras jogou em um campo neutro com atmosfera favorável. Realmente, os jogos foram parecidos“, disse.

Após sair atrás, o atual bicampeão da Libertadores igualou o confronto e levou a disputa para a prorrogação. Sem os seus principais jogadores, substituídos, o Verdão não resistiu a pressão do Chelsea e viu Havertz, de pênalti, acabar com o sonho de título nos Emirados Árabes.

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ERRO DO PALMEIRAS?

Além disso, Mauro Cezar apontou que Abel Ferreira se equivocou na tática para a decisão do torneio. Como o Palmeiras possui peças de qualidade, o time alviverde respeitou demais o adversário, apostando em lançamentos para Rony e Dudu, visando abrir o placar e se fechar ainda mais.

“Aí, na minha opinião, reside o grande erro do Palmeiras e da filosofia do seu técnico, que é sempre jogar dessa maneira. Palmeiras não é o Plymouth. Tem um time muito melhor, e não é preparado para variar seu jogo contra um adversário maior. Você fica esperando que a bola caia no pé de um Gabiru da vida. De repente acerta o gol, fecha a porta de novo e aguenta. Se você ficar só se defendendo, se desgasta mais. No primeiro tempo, Palmeiras teve 15% de posse de bola, deu só chutão“, acrescentou.

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