Home Futebol Sormani vê técnico brasileiro certo para o Corinthians: ‘O estilo dele casa’

Sormani vê técnico brasileiro certo para o Corinthians: ‘O estilo dele casa’

Sem técnico, o Corinthians tem sido comandado pelo auxiliar Fernando Lázaro

Eder Bahúte
Eder Bahúte integra o time do Torcedores.com desde 2016. Na cobertura esportiva, atua como redator e tem como foco principal o futebol brasileiro, internacional e mídia esportiva. Diplomado pela Universidade Paulista, o profissional acumula experiência em radiojornalismo e mídia impressa, além de participação em eventos da Copa do Mundo e Paulistão.

O Corinthians ainda não definiu seu novo técnico para a temporada. Desde a demissão de Sylvinho, acertada no dia 3 de fevereiro, o Timão segue em busca de um substituto no mercado. A princípio, a direção parece ter voltado seus olhos para treinadores estrangeiros.

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Fábio Sormani, comentarista do canal ESPN, acredita que há um brasileiro que poderia se dar bem no Corinthians. Trata-se de Odair Hellmann, ex-Inter e Fluminense e atualmente no futebol árabe.

‘A maneira que ele enxerga o futebol, o jeito que ele vê o jogo casa com o Corinthians”, declarou Sormani.

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Recentemente, de acordo com o jornalista Rodrigo Vessoni, do ‘Meu Timão’, o nome de Odair circulava de maneira positiva nos bastidores do Corinthians. Apesar de ser uma opção bem quista, a prioridade para o momento é de contratar um profissional estrangeiro. Neste período, vários portugueses foram especulados, mas nenhum houve sucesso até o momento.

Odair Hellmann tem 45 anos e trabalha no Al-Wasl desde 2020, após deixar o Fluminense. Hoje, o maior obstáculo para trazê-lo é uma alta multa rescisória. A princípio, seu contrato com os árabes é válido até julho de 2023. Para contratá-lo seria necessário o pagamento de 2 milhões de dólares (aproximadamente R$ 10,6 milhõe).

Presidente do Corinthians aprova gringos

Em entrevista ao programa “Grande Círculo”, do SporTV, o presidente do Timão, Duilio Monteiro Alves se mostrou surpreso ao conversar com treinadores estrangeiros e apontou o mercado brasileiro como “um pouco atrasado”.

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“Os treinadores estrangeiros com quem eu conversei no último, trocando ideias gerais de futebol, me surpreenderam bastante. Eu não era um adepto, favorável, um entusiasta com treinador estrangeiro. Minha cabeça mudou realmente”, disse.

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