O Atlético se aproxima cada vez mais da meta orçamentária com transferência de jogadores. Além de empréstimos remunerados, o clube agora tem também encaminhado três vendas. Dylan Borrero, por exemplo, está perto de ser anunciado como novo reforço do New England Revolution, dos Estados Unidos.
Segundo o Superesportes, Dylan já até realizou exames médicos na capital mineira e o martelo tende a ser batido nas próximas horas. O meia-atacante irá render ao Atlético R$ 20 milhões. Contudo, este valor ainda pode subir dependendo de metas atreladas ao contrato com os americanos.
No ataque, Savinho será adquirido pelo Grupo City numa transferência que resultará ao Atlético cerca de R$ 40 milhões. De acordo com o ge.com, a negociação será concretizada na abertura da janela europeia. Nesta provável venda também há mecanismos que podem fazer com que o montante final seja maior.
Por uma quantia menor, Maílton deve ser comprado pelo Metalist, da Ucrânia. Satisfeito com o lateral-direito, o clube ucraniano pretende exercer a opção de compra que está em torno de 750 mil dólares (R$ 3,5 milhões). O jogador foi contratado pelo Galo por cerca de R$ 1,4 milhão junto ao Mirassol (50% dos direitos).
Caso todas estas vendas sejam fechadas, o Atlético-MG receberá no total mais de 60 milhões reais. Recentemente, ao Band Sports, o diretor executivo do Galo, Rodrigo Caetano, admitiu que na janela do meio do ano podem ocorrer eventuais saídas.
“A gente atingiu dois terços do que eram proposto e meta com vendas de atletas. Temos a melhor janela, talvez a melhor janela em julho e nós não vamos escapar disso. Nossa realidade requer muito a venda, é óbvio que a gente tenta vender um jogador que tenha o menor impacto esportivo para a nossa equipe, mas nem sempre iremos conseguir. O torcedor, por mais que ele não goste precisa saber a realidade. A cobrança em cima de mim não é por resultados esportivos, ela também na questão de receitas”, diz Rodrigo ao Band Sports.
“Por isso, a gente sempre procura antecipar uma perda. Trouxemos o Godín pois iríamos vender o Alonso, por obra do acaso ele acabou voltando também. Enfim, a gente pretende se programar para alguma perda em julho. É óbvio que a gente não consegue tudo, mas o mundo ideal seria que a tivéssemos o menor prejuízo esportivo”, completou o executivo do Atlético.

