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Catar perde a paciência e decide vender o PSG

Plano do PSG de conquistar a Europa não deu certo até o momento e clube enfrenta crise nos bastidores

Paulo Foles
Paulo Foles atua como redator do Torcedores.com desde 2018. Neste período, cobriu grandes eventos esportivos, incluindo a Copa do Mundo e Olimpíadas. Com passagem em "Futebol na Veia", "Esporte News Mundo", "The Playoffs" e outros, tem como foco o futebol brasileiro e internacional, além de experiências com NBA e NFL.

Administrado por bilionários representantes do Catar há mais de uma década, o PSG pode passar por grandes reformulações nos próximos meses. Segundo o jornalista espanhol Edu Aguirre, do programa ‘El Chiringuito’, os donos desejam vender o clube após a Copa do Mundo, com Nasser Al-Khelaif estando de saída.

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“Edu Aguirre relatou no ‘El Chiringuito’ que do Catar decidiu vender o PSG e que o emir jogou a toalha. O Al Khelaifi, segundo Aguirre, ficaria de fora após a Copa do Mundo e seriam outras mãos que administrariam o clube. ‘Será decisivo saber onde Mbappé jogará'”, informou o jornal ‘Marca’ sobre a situação.

O PSG se comportou como um dos clubes mais ricos do futebol mundial nos últimos anos. Entre diversas estrelas, Neymar, Lionel Messi, Kylian Mbappé, Zlatan Ibrahimovic, Edinson Cavani, Thiago Silva e Sergio Ramos foram alguns dos que fizeram parte do elenco.

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No entanto, o plano de conquistar a Europa nunca deu certo. O PSG teve derrotas duras em Champions League e até o momento se limitou a dominar a França, mas também com alguns tropeços ao longo das últimas temporadas.

Mais detalhes sobre o caso devem ser revelados em breve.

Recentemente, o clube foi eliminado para o Real Madrid nas oitavas de final da Champions e mais uma vez encerrou o sonho pela taça.

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Nesta segunda-feira (11), O jornal francês ‘L’Equipe’ revelou que o preço atual do PSG é de cerca de R$ 5,7 bilhões em reais.

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Nasser Al-Khelaifi critica Superliga

“O problema com os clubes da ESL é que eles não têm estabilidade. Eles não tem uma visão financeira de longo prazo. Eles continuam lutando sobre o contrato legal. O que eles esquecem é que o futebol é um contrato social, não um contrato legal. Eles estão acenando com um pedaço de papel”, afirmou ele.

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