Home Futebol Climão no Flamengo? Gabigol é substituído e deixa o campo sem olhar para Paulo Sousa; assista

Climão no Flamengo? Gabigol é substituído e deixa o campo sem olhar para Paulo Sousa; assista

Atacante foi sacado em Sporting Cristal x Flamengo e saiu com cara de poucos amigos

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.

Atravessando uma fase sem brilho em campo, Gabigol foi escalado como titular na estreia do Flamengo na Libertadores. Ao lado de Bruno Henrique, o camisa 9 se esforçou em campo, mas deixou a partida sem balançar as redes, mas viu o companheiro de ataque abrir o placar e dar tranquilidade para o Rubro-Negro na sequência da partida. Aos 32 minutos do segundo tempo, Paulo Sousa decidiu sacar o artilheiro rubro-negro para a entrada de Pedro, e o atleta deixou o gramado sem olhar para o treinador.

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Veja abaixo o momento da saída de Gabigol.

Em coletiva de imprensa, Paulo Sousa avaliou a atuação de Gabigol na vitória do Flamengo. Ciente que o Sporting Cristal neutralizou a principal característica do atacante,  o português não cobrou o jogador pela atuação apagada.

“Não tem que chegar só ao Gabigol. E toda sua movimentação requer alguma profundidade que nosso último adversário no Carioca procurou não nos dar, mas mesmo assim ele fez um gol. Num ataque rápido. A grande característica que o Gabigol tem, que é sair da linha defensiva e procurar o timing certo para procurar jogadores e atacar a linha. Isso acaba por não acontecer. Quando o nosso bloco defensivo baixou, pudemos ter algumas oportunidades com ele. Sempre que jogamos vertical com ele, é algo que tem que ser melhorado entre os meias e ele. Dar timing ao jogo e depois atacar a profundidade. Ou seja, tirar jogadores da marcação para atacar a profundidade. Os adversários foram completamente diferente dos de hoje. Fechavam profundidade, e aí retirou muita capacidade do Gabi, que precisava de profundidade”, disse o técnico.

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