O Botafogo começou bem seu confronto nas oitavas de final da Copa do Brasil, derrotando o Ceilândia fora de casa por 3 a 0 nesta quarta-feira. O jogo contou com algumas novidades, entre elas a estreia de Gustavo Sauer na equipe.
O atacante foi apresentado durante a semana e logo fez sua estreia com a camisa do Glorioso, tendo uma atuação que foi bastante elogiada pelo técnico Luís Castro após a partida, assim como a do elenco na construção do resultdao que abre boa vantagem ao time da Estrela Solitária na volta.
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“Já disse que esteve bem. Nós, hoje, num meio defensivo, jogamos com um 4-2-3-1 e, depois, no momento ofensivo, dávamos a largura com o Saravia e o Diego (Gonçalves) e depois na segunda parte o Victor Sá. Nesse momento, o Sauer vinha para dentro, ele vinha fazer a posição do ’10’ nas costas do ‘9’ e ficava com os volantes a fazer um quadrado com os homens de frente. Trabalhamos em 3-2-5, portanto o Sauer era um jogador que vinha defender com 4-2-3-1 nesses três do lado direito e, quando partíamos para o ataque, ele vinha se juntar. Veio a se desgastar, é uma situação nova para ele e para outros jogadores”, afirmou Castro.
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O desgaste e o temor de ver o Botafogo não conseguir impor seu estilo do jogo durante a partida foi citado pelo treinador. Luís Castro pede que o time siga atento a jogar aquilo ao qual os seus planos apontam, que é um time que vai na intensidade e na busca do ataque e que não cometa muitos erros.
Valeu, Mané Garrincha! Valeu, Brasília! Que festa, que apoio! Esse sentimento ninguém entende 🤍 #VamosBOTAFOGO pic.twitter.com/O8XFpuhBpl
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“Não podemos, em função do que aconteceu de ruim ou de pior, abandonar o nosso caminho. O caminho do Botafogo é ser fiel a seus princípios ofensivos, defensivos e de transição. Em determinados momentos do jogo, estávamos a levar o jogo para o caos com uma solução bem simples. Quando a gente ultrapassava a primeira barreira de pressão do adversário, passávamos de forma desenfreada e em velocidade para a baliza e terminávamos a jogada em três ou quatro segundos. É impossível ter um controle de jogo com atitudes estas e elas aconteceram. Se o jogo pedir isso, de forma constante é impossível. Quero que a equipe tenha a intensidade que o jogo pede”, relatou.

