Home Futebol Presidente do Atlético-MG detona chefe da comissão de arbitragem: “postura não condiz com o cargo que ocupa”

Presidente do Atlético-MG detona chefe da comissão de arbitragem: “postura não condiz com o cargo que ocupa”

Reclamações dos clubes contra a arbitragem brasileira têm ganhado tom ainda mais pesado nos últimos dias

Por Matheus Camargo em 20/07/2022 17:24 - Atualizado há 4 anos

Bruno Cantini / Atlético - Divulgação / Conmebol

O chefe da comissão de arbitragem da CBF, Wilson Seneme, tem sido alvo de críticas assim como seus antecessores, que foram Leonardo Gaciba e Alicio Pena Junior, que assumiu interinamente por quase seis meses.

Porém, o tom contra o atual comandante da arbitragem no Brasil tem sido ainda maior, como nas declarações de Sergio Coelho, presidente do Atlético-MG, em entrevista coletiva. Ele disse que a postura de Seneme não condiz com seu cargo e deu a entender que não há diálogo.

“No nosso entendimento, o senhor Wilson Seneme está no lugar errado. Sua postura não condiz com o cargo que ocupa”, criticou Sergio Coelho ao falar sobre o atual chefe da comissão de arbitragem da CBF. “Falo pelo celular com qualquer presidente de clube no Brasil, com o presidente da CBF e da Conmebol, mas, com o presidente da comissão de arbitragem, não consigo falar. Eu e a maioria dos clubes.”

Atlético-MG promete “não sofrer calado”

Além do Atlético-MG, vários outros clubes têm reclamado dos rumos que a arbitragem brasileira tem tomado nos últimos meses. Seneme deixou a chefia de arbitragem da Conmebol para assumir o comando da CBF em abril.

Desde então, não apenas o presidente do Atlético-MG, mas outros mandatários de clubes brasileiros têm reclamado das modificações, além de serem observados erros ainda mais crassos, especialmente dos árbitros de vídeo (VAR), fato já era alvo de reclamações no passado.

“Eu estou falando aquilo que me incomoda. O que o Atlético está sofrendo. Nós não vamos sofrer calados. Vamos reclamar, sim”, bradou o presidente do Galo. “É inaceitável o Atlético e outros clubes não serem ouvidos pelo presidente da comissão de arbitragem. Isso não pode acontecer. Ele que representa um órgão, que comanda, está para os clubes, como ele não escuta os clubes? Então ele está no lugar errado. Infelizmente.”

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