Home Mídia Esportiva e bastidores Milton Neves se rende ao Flamengo e aponta possível algoz na Libertadores

Milton Neves se rende ao Flamengo e aponta possível algoz na Libertadores

Jornalista fez comparação e não teve receio de colocar o time de Dorival Júnior em patamar elevado

Por Bruno Romão em 31/08/2022 22:38 - Atualizado há 4 anos

Reprodução

Mesmo sem o gramado apresentar boas condições, o Flamengo não foi impedido de apresentar um bom futebol diante do Vélez Sarsfield. Apesar de alguns sustos, os comandados de Dorival Júnior abriram 2 a 0 no placar durante a primeira etapa, resultado que teve participação efetiva do quarteto ofensivo. Neste cenário, Milton Neves se rendeu ao desempenho do clube carioca, que superou o péssimo início de temporada e vem forte em busca de títulos.

Mediante a ascensão do Flamengo, Milton Neves acredita que apenas o Palmeiras é capaz de derrotar o Rubro-Negro, situação que ocorreu em 2021. Porém, como foi derrotado pelo Athletico no primeiro encontro pelas semifinais, o atual bicampeão da Libertadores corre o risco de ficar fora da decisão. Além disso, o jornalista acredita que o time de 2019, dirigido por Jorge Jesus, foi superado pelo atual grupo que Dorival Júnior se encontra à frente.

“Vélez, cujo um dos títulos foi roubado do São Paulo em 1994, virou time pequeno diante desse Flamengo. Apenas e somente o Palmeiras tem chance de parar o Mengão de Dorival, que é 10 vezes mais técnico que (o do) Jorge Jesus“, escreveu o apresentador.

Competência do Flamengo em campo

Sobre a força do Flamengo, Milton Neves acredita que o esquadrão de craques possui um diferencial importante. Em sua visão, nomes como Arascaeta, Everton Ribeiro, Gabigol e Pedro não se escondem do jogo e buscam, de peito aberto, articular jogadas, algo que justifica o ímpeto ofensivo voraz no ataque.

A diferença da qualidade do Flamengo para qualquer outro time é a qualidade do passe. Quase todos eles passam com confiança, firmeza e tranquilidade. Os outros times do Brasil são compostos de jogadores que morrem de medo da bola, não fazem passes curtos sem o medo de errar“, destacou.

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