Home Futebol Diniz deixa Jesus e Abel de lado e indica estrangeiro mais “inovador” para o futebol brasileiro

Diniz deixa Jesus e Abel de lado e indica estrangeiro mais “inovador” para o futebol brasileiro

Treinador do Fluminense destacou importância de técnico gringo e minimizou falta de títulos

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.

Mesmo com a eliminação na Copa do Brasil, Fernando Diniz segue à frente do Fluminense, já que a diretoria entende que o trabalho de longo prazo pode render frutos. Sendo assim, o próprio técnico acredita que a conquista de títulos é uma questão de tempo, motivo pelo qual não classificou a passagem de Jorge Sampaoli no futebol brasileiro como um fracasso completo.

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Ainda que Jorge Jesus e Abel Ferreira tenham faturado competições importantes, Diniz valorizou a inovação trazida por Jorge Sampaoli. Dessa forma, ele acredita que o argentino precisa ser mais valorizado pelo desempenho trabalhando por Santos e Atlético-MG.

“Aqui, tem muito treinador bom. Só ver o caso do Dorival no Flamengo (…) E eu já cansei de elogiar, elogio o Vitor Pereira, o Sampaoli, que dos que vieram para cá, na minha opinião, é um dos que mais contribuiu em tática. E a gente valoriza menos ele no Brasil porque não ganhou título importante”, destacou.

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Em relação a formação de jogadores, Diniz acredita que o lado profissional precisa ser levado em conta com o pessoal no momento de análise dos atletas. Dessa forma, mesmo elogiando a evolução do futebol nacional, ele acredita que o processo que vem desde a base pode melhorar.

“Acho que o futebol brasileiro, no aspecto de formação defensiva, melhorou muito. Algumas coisas de aspecto ofensivo, mas menos. Mas acredito que o nosso principal defeito é não olhar para os nossos jogadores como a gente deve. Isso vem da base, a formação é falha. A gente tem que formar a pessoa primeiro, não só o jogador. Tem que saber quem é, da onde vem, quem são os pais”, afirmou.

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