Home Extracampo Equador pode perder vaga na Copa do Mundo 2022; advogado de jogador “minimiza” situação

Equador pode perder vaga na Copa do Mundo 2022; advogado de jogador “minimiza” situação

Caso Byron Castillo vai ganhando contornos dramáticos às vésperas da competição mais importante do futebol mundial

Erick Montezano
Colaborador do Torcedores

No processo no qual tenta tirar a vaga do Equador na Copa do Mundo 2022, a Federação de Futebol do Chile (ANFP) alega que o suposto áudio vazado do jogador Byron Castillo “consolida denúncia”.

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O Chile tentará usar a matéria publicada pelo “Daily Mail” na qual o atleta teria feito um áudio para um amigo, através de aplicativo de mensagens, confessando ter nascido na Colômbia.

O presidente da ANFP, Pablo Milad, afirma que a declaração do jogador bate com os argumentos da entidade, que tenta comprovar que Byron Castillo atuou de forma irregular em oito partidas das Eliminatórias para a Copa do Mundo 2022.

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No mês de junho, quando o processo estava ainda em andamento, a Fifa encerrou o caso contra a Federação Equatoriana. Todavia, o Chile recorreu da decisão.

Pablo Milad se pronunciou sobre o suposto áudio vazado:

“Isso nos ajuda a ter esperança. Fundamenta mais e dá mais força à nossa posição. É uma evidência externa, que não está dentro das provas que apresentamos, mas consolida mais nossa denúncia. Agora é esperar o que o Comitê de Apelações vai decidir. Agora estamos sujeitos à determinação. Tomara que a decisão seja justa. Nós vamos seguir até as últimas consequências.”

Advogado do jogador do Equador minimiza a situação

O representante de Byron Castillo, Andrés Holguín, rapidamente tratou de reduzir as proporções que poderiam ser geradas por esta situação.

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O advogado do atleta fez questão de lembrar que tal declaração é antiga e garantiu que não poderia ser usada no recurso junto à Fifa. Segundo a imprensa do Equador, o trecho já chegou a ser indeferido como uma possível evidência anteriormente.

Em entrevista concedida à rádio equatoriana Mach Deportes, Andrés Holguín diz:

“No processo na Fifa, esse áudio não pode ser apresentado como prova já que não foi apresentado em primeira instância, tampouco na apelação. Isso não afeta nada.”

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