Home Futebol Galtier nega “guerra de egos” no PSG e revela como recebeu Neymar: “Primeira coisa que eu disse”

Galtier nega “guerra de egos” no PSG e revela como recebeu Neymar: “Primeira coisa que eu disse”

Treinador relatou como administra vestiário repleto de estrelas no clube francês

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.

Em entrevista à RMC Sport, Christophe Galtier fez um balanço sobre os primeiros meses à frente do PSG. Mesmo sem ser um nome badalado, o treinador ganhou a confiança da diretoria para comandar o audacioso projeto que tem o título da Champions League como objetivo. Neste cenário, a missão passa por encontrar o melhor encaixe entre Neymar, Messi e Mbappé, tarefa que o comandante vem conseguindo cumprir.

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Rasgando elogios para o brasileiro, essencial em seu esquema, Galtier revelou que foi direto ao camisa 10 no momento do primeiro contato. Ignorando todas as polêmicas que o atacante registrou em Paris, o treinador sinalizou uma imensa satisfação pela oportunidade de trabalhar com o atleta, algo que se repetiu com Messi.

Neymar? A primeira coisa que eu disse a ele foi que estava muito feliz por ser seu treinador. Eu também disse a ele que estava lá sem nenhum preconceito sobre ele!“, disse.

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Messi? Desde as primeiras sessões, ele se envolveu. Ele é um grande jogador de futebol, adora o jogo, é alguém que observa, analisa, sorri e ri muito!”, completou.

Controle no vestiário do PSG

Sobre o gerenciamento do ataque, Galtier rechaçou que exista uma batalha de egos e deixou claro que não existe nenhuma regra envolvendo cadeira cativa no PSG. Mesmo assim, durante os jogos, existe uma prioridade de manter, pelo menos, dois dos craques em campo.

“Eles jogam juntos e têm um relacionamento permanente no dia a dia. Todos os dias. Não há guerra de egos. São três grandes jogadores e sabem que jogando juntos vão vencer. Quando você tem a sorte de ter três jogadores assim, eu tenho que ter certeza – é minha responsabilidade – organizar o time em torno desses três. Depois, há a história da partida, o cansaço… O cenário pode me impor a decisão de deixar um dos três. Não me proíbo, mas é sempre importante ter pelo menos dois dos três porque, acredite, para o adversário é um grande problema.“, afirmou.

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