Home Futebol Atlético-MG: Menin cita Palmeiras e Flamengo ao revelar situação caótica do Galo

Atlético-MG: Menin cita Palmeiras e Flamengo ao revelar situação caótica do Galo

Clube vem evitando gastos altos para evitar problemas financeiros nos bastidores

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.

Após decepcionar na temporada, o Atlético-MG busca uma volta por cima em 2023. Apesar do otimismo envolvendo o trabalho de Eduardo Coudet, a expectativa é que o Galo não faça grandes investimentos no elenco. De acordo com Rubens Menin, integrante do grupo de mecenas do clube, o fluxo de caixa não se encontra em alta, motivo pelo qual existe uma cautela máxima nas finanças.

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Sem dinheiro, o Atlético-MG não quitou o compromisso honrado com o River Plate por Nacho Fernández. Mediante a intervenção da Fifa, um transfer ban foi aplicado, cenário que a diretoria busca evitar que se torne frequente. Diante disso, Menin deixou claro que a situação do Galo é diferente de Palmeiras, Atlético-MG e Athletico.

“Nós atrasamos muitos pagamentos negociados com os times, o que faz parte. Nós estávamos quietinhos e de repente, apareceu a Fifa. O orçamento do Atlético é bem limitado. Então a gente tinha que tirar dinheiro daqui, passar para lá, passar um pouquinho para poder quitar. Estamos em dia com todas as obrigações. Palmeiras, Athletico e Flamengo, têm dinheiro em caixa. O Atlético não tem. Nós estamos acertando o passado para, no futuro, termos. O Atlético vive no limite. Qualquer coisa que muda para lá ou para cá, dá uma dor de barriga”, contou o mecenas em entrevista ao canal de Breno Galante. 

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Para solucionar os problemas financeiros, o Atlético-MG, em 2023, pode adotar o modelo SAF. Porém, a participação de Menin e os demais integrantes do grupo chamado de 4’R (Rafael Menin, Ricardo Guimarães e Renato Salvador) no formato de clube-empresa ainda é incerta.

“De vez e quando ainda dá uma dorzinha de barriga e precisa colocar, infelizmente. Não era para acontecer mais, mas às vezes é necessário. Se vamos entrar na SAF ou não, vai ser uma decisão do investidor. Se ele achar importante, estaremos com ele. A gente sempre quer ajudar. Não queremos dinheiro. Além desse dinheiro que a gente colocou, doamos o terreno (da Arena MRV). Nós não estamos querendo ganhar dinheiro no Atlético. Quem pensa isso tá errado. Pelo contrário. Nós estamos querendo que o Atlético lá na frente esteja cada dia maior”, contou.

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