Mano, do SBT, reprova Cuca no Corinthians e Marcos reage: “Se for puxar a capivara de geral…”
Comentarista destacou problema e acredita que outros treinadores poderiam ser procurados pelo Timão no mercado
Reprodução/ Divulgação - Corinthians/ Reprodução
Mesmo com uma gigantesca reprovação dos torcedores e muitos questionamentos extracampo, o Corinthians não voltou atrás na decisão de contratar Cuca. Dessa forma, na visão de Mano, a diretoria procurou um problema desnecessário, já que o técnico, em 1989, foi condenado por estupro na Suíça. Neste cenário, o comentarista do Arena SBT apontou que nomes como Tite, Jorge Jesus e Dorival Júnior poderiam ter sido procurados para evitar uma situação incômoda no clube.
“É uma contratação polêmica, cara. Contra o treinador, existe uma condenação de atentado ao pudor com uso de violência. Ele foi condenado em 1989. Existe a defesa que ele não foi reconhecido pela vítima e o julgamento teria acontecido à revelia.“, disse Mano no Instagram.
“Eu não quero entrar nesse mérito se ele é culpado ou inocente, o mérito que eu vou entrar é que se o Corinthians tinha que arrumar esse enrosco para si. Antes da chegada do Vítor Pereira (no Corinthians), o Cuca foi rechaçado pela repercussão negativa. Nesse momento, outros treinadores poderiam ser cobiçados pelo Corinthians. Tite, Jorge Jesus ou até mesmo o Dorival Júnior antes de acertar com o São Paulo. Torço pelo sucesso, mas eu creio que ele não terá vida fácil porque boa parte da torcida do Corinthians não vai dar sossego”, completou.
Nos comentários da publicação, Marcos, ídolo do Palmeiras, manifestou seu ponto de vista sobre o caso. Mencionando que outros profissionais ligados ao futebol, além dos próprios torcedores, já lidaram com situações extracampo, inclusive criminais, o ex-goleiro mencionou que uma proibição resultaria em uma ausência maciça nos estádios.
“Se for puxar a capivara (consultar a ficha de antecedentes criminais) de geral no futebol e nas torcidas, os estádios vão funcionar só com 20% da capacidade (risos)”, escreveu Marcos.
“Isso é fato também“, respondeu Mano.

