Home Mídia Esportiva e bastidores Mauro Cezar volta a detonar atuação do Palmeiras contra o Água Santa: “Papelão, vexame”

Mauro Cezar volta a detonar atuação do Palmeiras contra o Água Santa: “Papelão, vexame”

Comentarista disse que a equipe de Diadema conquistou uma vitória “convincente” sobre o Verdão

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016. Radialista na Paiquerê 91,7.

O Água Santa surpreendeu o Palmeiras, venceu o jogo de ida da final do Paulistão por 2 a 1, e leva vantagem para a volta, que será domingo que vez no Allianz Parque.

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Para o comentarista e jornalista Mauro Cezar Pereira, durante o programa Posse de Bola, do UOL Esporte, a derrota do Palmeiras foi um “papelão” para a equipe.

“Essa derrota do Palmeiras foi papelão, vexame, não dá para minimizar (…) O Weverton trabalhou mais do que o torcedor do Palmeiras imaginou. Ontem o Água Santa foi melhor, quantas vezes você vê o atacante cabecear livre na área do Palmeiras? O São Paulo passou menos sustos, quando o jogo foi 0 a 0. Se foi vexame pro São Paulo, por que não seria pro Palmeiras?”, disse Mauro, lembrando a eliminação do São Paulo, que caiu para a equipe de Diadema nos pênaltis após jogo único.

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Segundo Mauro, o Verdão deu “vexame”, já que a vitória do Água Santa foi convicente. O time de Diadema criou diversas oportunidades, obrigou Weverton a fazer defesas, e ainda colocou bola na trave do atual campeão brasileiro.

“Foi sim um vexame, não foi aquele roteiro manjado do Palmeiras de chutar muito mais bolas”, lembrou o comentarista, que seguiu.

“Quando estava 1 a 1, o Água Santa foi buscar outro gol. foi um cenário convincente pra vitória.”

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Abel Ferreira também falou em “vergonha”

O técnico Abel Ferreira também concordou que a vitória do Água Santa foi convincente. Após a partida, em entrevista, coletiva, ele admitiu que o Palmeiras foi mal no jogo de ida e cravou: “Tem duas opções: ou revertemos (o placar) ou passamos vergonha.”

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“Ou vamos passar uma grande vergonha ou vamos dar a volta. Acho que os meus jogadores no final entenderam a mensagem que eu já tinha passado, mas eu resumo o jogo aos dois gols que sofremos”, disse o treinador, que seguiu:

“A consequência do primeiro gol, como ela surge, poderia ter sido gol antes do escanteio. E o segundo. Foram em dois momentos críticos do jogo. Um no final do primeiro tempo, outro no final do segundo.”

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