Home Futebol Ídolo do Flamengo, Zico revela que se afastou de RMP: “Não tem mais aquele relacionamento”

Ídolo do Flamengo, Zico revela que se afastou de RMP: “Não tem mais aquele relacionamento”

Além de Renato Maurício Prado, o Galinho apontou que teve atrito com outro jornalista importante

Por Bruno Romão em 10/06/2023 11:19 - Atualizado há 3 anos

Reprodução

Em entrevista ao podcast “Cheguei”, do narrador Garotinho, Zico falou sobre o relacionamento com a imprensa durante sua carreira. Inicialmente, o ídolo do Flamengo reconheceu a importância dos jornalistas para que os torcedores pudessem ficar por dentro das situações que ocorriam dentro e fora de campo, mas nem sempre houve um relacionamento totalmente amistoso.

Ressaltando que sempre tratava seus problemas com a postura de “olho no olho”, Zico contou que teve atritos mais sérios com Renato Maurício Prado e Marcelo Rezende, falecido em 2017. Dessa forma, por discordar do comportamento de RMP, o eterno camisa 10 do Flamengo optou pela distância e não possui mais nenhum tipo de relação com o jornalista.

“(Jogadores) ficam afastados da imprensa, não tem mais contato direto como a gente tinha. O importante é ter um contato, coisa que não existe mais. Fica um disse me disse, colocam uma frase porque não está atendendo… fica uma rixa desnecessária. Foi muito importante (a imprensa na minha carreira). Quando eu tinha problemas, eu falava direto com o cara: ‘Vem cá, porque você vai fazer uma coisa por trás?’. É olho no olho, cara a cara. Você não pode misturar e colocar todo mundo no bolo. Não teve problema? Vai direto no cara“, disse Zico.

“Tive alguns (problemas com jornalistas). Renato Maurício Prado e Marcelo Rezende. Cada um por si tá bom, é melhor. Não torço contra, mas quando se perde a confiança na pessoa, você respeita como cidadão e pronto. Não tem mais aquele relacionamento“, completou o Galinho.

Entrevistas de Zico

Na sequência, Zico relembrou que o trabalho da imprensa, no passado, era totalmente diferente. Isso porque os repórteres costumavam entrar no vestiário para entrevistar os jogadores, que falavam até mesmo durante sessões de massagens.

Você acabava o treino, suado, vinha o cara querendo um papo. Na cama, tomando massagem, e os caras perguntando. Era outra realidade. Tinham uns que olhavam outras coisas também (risos).”, finalizou.

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