Home Extra Lívia Nepomuceno reage após cravar pênalti em Palmeiras x Atlético-MG: “Vou ver se perturbaram tanto o PVC”

Lívia Nepomuceno reage após cravar pênalti em Palmeiras x Atlético-MG: “Vou ver se perturbaram tanto o PVC”

Lance polêmico gerou reclamações em classificação do time alviverde na Libertadores

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.

Eliminado pela terceira vez seguida diante do Palmeiras, o Atlético-MG demonstrou insatisfação no duelo pela Libertadores. Em lance no segundo tempo, a bola desviada por Mayke acabou atingindo o braço de Gabriel Menino, jogada que não foi vista como irregular pela equipe de arbitragem. Analisando o momento, Lívia Nepomuceno, inicialmente, cravou a penalidade máxima para o Galo.

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“MUITO pênalti!“, cravou no Twitter.

Na sequência, Lívia Nepomuceno se retratou ao ficar ciente da regra envolvendo o toque de mão. Sendo assim, como virou alvo de uma série de ataques, a profissional da Band questionou se PVC, que também teve o mesmo ponto de vista, também foi criticado pelos torcedores do Palmeiras.

“Calma, gente! Ô povinho raivoso, aff. Como se a minha opinião fosse mudar o jogo. Tá tudo bem!! De acordo com as diretrizes da FIFA…. não foi pênalti. Beijos de luz.”, afirmou.

“Boa noite aos seres perfeitos dessa rede anti-social! Parabéns pela classificação! Vou ali ver se perturbaram tanto o PVC que na transmissão disse que foi pênalti e voltou atrás. E tá tudo bem!”, completou.

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Em análise vinda da Conmebol, houve o entendimento que o árbitro acertou em sua decisão. Mesmo que a bola tenha tocado o braço de Gabriel Menino, a falta de intenção do volante em cometer o pênalti foi crucial para que o jogo seguisse.

No minuto 69 de jogo, um defensor do Palmeiras retira a bola de cabeça, e ela resvala no braço da equipe. O árbitro, entendendo de forma correta o contexto da ação, onde a bola vem de um companheiro, se dirige fora da área penal, entende que é uma mão não aplicável, vendo que não é um movimento deliberado.”, afirmou a narração divulgada pela Conmebol.

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