Home Futebol João Guilherme “poupa” Vítor Pereira e elege pior treinador do Flamengo após saída de Jorge Jesus

João Guilherme “poupa” Vítor Pereira e elege pior treinador do Flamengo após saída de Jorge Jesus

Narrador não teve dúvidas em destacar trabalho mais negativo desde 2020 no clube carioca

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.

Em entrevista ao Charla Podcast, João Guilherme analisou o trabalho de Jorge Sampaoli no Flamengo. Levando em conta o clima nos bastidores, o locutor acredita que o argentino, após a saída de Jorge Jesus, é o pior técnico que esteve à frente do time. Além da falta de consistência em campo, o tratamento com o plantel foi mencionado como principal fator para a escolha ser feita. Dessa forma, apesar do péssimo trabalho no início do ano, Vítor Pereira acabou sendo “poupado”.

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“A chance de dar errado era muito grande. Tudo que acontece com o Sampaoli no Flamengo, já aconteceu no Santos, Atlético-MG, Olympique de Marselha, Sevilla, Universidad do Chile e na seleção argentina, que não tinha um bom relacionamento com o grupo. Ele vem para o Flamengo, que tem um vestiário que não é fácil de administrar. É uma bomba atômica e explodiu.“, disse.

“Ele é o pior treinador do Flamengo depois (da saída) do Jorge Jesus. É pior que o Vítor Pereira, Dome e Paulo Sousa. Eu acho. É o pior em gestão de grupo além de questões táticas. Ele não está se ajudando, não está sendo ajudado e é o pior de todos para gerir o vestiário. É uma porradaria desenfreada, todo mundo brigado… não tem comando nenhum.”, completou.

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Convicto em suas escolhas no Flamengo, Sampaoli decidiu realizar uma mudança na equipe titular. Desbancando Santos, Matheus Cunha ganhou sequência, mas pode ficar no banco diante do São Paulo, no Morumbi, pelo segundo jogo da final da Copa do Brasil.

“Ele, nos últimos tempos, está sendo pressionado para interferir na escalação. Essa escalação do Rossi é o grande sinal disso. Fica claro, pela extensão do Matheus Cunha, que ele gostaria de mantê-lo. Mas ele sentiu o ambiente e teve que botar.“, analisou.

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