Com a chegada da Data FIFA, a seleção brasileira inicia um novo ciclo sob comando do treinador interino, Fernando Diniz. A pentacampeã mundial estreia nas Eliminatórias da América do Sul, contra a Bolívia, no próximo dia 8 de setembro.
Uma das principais novidades no elenco é o retorno do atacante Neymar Júnior, principal estrela do grupo brasileiro. O jogador de 31 anos não atua com amarelinha desde a derrota para a Croácia, nas quartas de final da Copa do Mundo. Desde então, a seleção seguiu com uma sequência irregular, e mudou de comando com a saída do treinador Ramon Menezes.
Neymar, que se recuperou recentemente de uma lesão, aceitou o desafio de atuar no Al Hilal. Entretanto, a chegada em uma liga que não está entre as principais do esporte, causa dúvidas. Em sua coluna no UOL Esportes, Milton Neves falou sobre a relação do craque com a Canarinho.
“O ex-Menino da Vila vem sendo, desde então, a grande e única estrela do fraco time brasileiro que ficou pelo caminho nas Copas de 2014, 2018 e 2022. Mas, e agora, o que esperar da nova seleção, agora sob o comando de Fernando Diniz?”.
Além disso, o jornalista deu sua opinião de como o técnico Fernando Diniz poderia utilizar Neymar nesse novo ciclo. Segundo o apresentador, Neymar deveria ser um “reserva de luxo”.
“Se fosse eu fosse Diniz, usaria Neymar nas Eliminatórias como reserva de luxo. O famoso 12º jogador. Ele terá ainda muito a oferecer aos jovens que estão começando. E poderá fazer a diferença entrando no segundo tempo, descansado, contra os frágeis rivais da América do Sul. Seria dessa forma que eu usaria Neymar nas Eliminatória se fosse o treinador da seleção brasileira”, explicou Milton Neves.
Momento de Neymar
Apesar de entrar em campo em um amistoso ainda defendendo o PSG, onde marcou dois gols, Neymar não joga uma partida oficial desde 19 de fevereiro, quando atuou durante 51 minutos contra o Lille, na Ligue 1.
De lá pra cá, são quase sete meses fora das quatro linhas, e uma transferência para o Al Hilal que gerou inúmeras contestações. Apesar disso, o jogador segue como a referência da seleção brasileira e um dos líderes da equipe em uma possível nova disputa de Copa do Mundo.

