Globo comentarista
O departamento de esportes da Rede Globo sofreu profundas mudanças ao longo deste ano. Nomes de peso da emissora, como Cleber Machado e Maurício Noriega, entre outros, foram desligados e um novo perfil de profissionais foram contratados. Entre os comentaristas, por exemplo, a empresa decidiu por apostar mais nos ex-jogadores.
Ricardinho, Caio Ribeiro, Roger Flores, Dodô, Paulo Nunes, Grafite permanecem prestigiados. E ao tudo indica, há uma possibilidade futura do time ser reforçado. Em coluna publicada no R7.com, Flávio Ricco destrincha os “novos tempos” na emissora.
“No futebol da Globo, incluindo-se por aí também o SporTV, verifica-se que sua equipe de comentaristas hoje é praticamente formada por ex-jogadores. E, para eles, sempre cabe mais um. Lédio Carmona, Sérgio Xavier Filho e Paulo Cesar Vasconcellos, excelentes, são as exceções”, escreve Ricco.
Ainda no esporte, Ricco conta que a ESPN se prepara para ir ao mercado em busca de novos profissionais. “Há uma expectativa muito grande nos interiores da ESPN sobre novas contratações. A sua direção, em função das propriedades adquiridas, só aguarda o sinal verde da Disney para sair ao mercado”, revela o colunista.
Comentarista lamenta postura da Globo em demissão
Em entrevista ao canal “Tomando Uma Com”, no YouTube, Wagner Vilaron contou bastidores da demissão. Segundo ele, o que incomodou não foi a decisão em si, mas como a emissora lidou até informá-lo da sua saida. Antes de ser comunicado, o comentarista foi colocado de lado nas escalas, a famosa ‘geladeira’.
“Ao invés deles falarem isso, eles começam a tirar você das escalas e isso é um processo desgastante. Eu transmitia dois, três jogos por semana e fazia dois, três programas. Então, eu tinha escala praticamente todos os dias e isso de repente se resume a um ou dois. O recado está sendo dado. É só essa parte que eu acreito que não precisava. Se você conversar com 80% dos profissionas que saíram, a grande reclamação vai ser essa”, lamentou Vilaron.

