Home Futebol Nicola abre o jogo sobre patrimônio de Daniel Alves após a prisão do ex-jogador

Nicola abre o jogo sobre patrimônio de Daniel Alves após a prisão do ex-jogador

Ex-lateral recebe do SPFC e ainda tem bastante dinheiro em caixa, mas seus bens estão bloqueados pela justiça espanhola

Paulo Foles
Jornalista, amante da escrita e apaixonado por esportes. Falo sobre futebol internacional, nacional e esportes americanos, principalmente NFL e NBA. Santista e apreciador do bom futebol. Twitter: @PaulFoles
Daniel Alves na seleção brasileira em 2022

Daniel Alves em campo pela seleção brasileira na Copa do Mundo 2022. (Créditos: Julian Finney/Getty Images)

Em informação veiculada em seu canal no YouTube, o jornalista Jorge Nicola deu detalhes sobre o patrimônio do ex-jogador Daniel Alves, condenado a quatro anos e meio de prisão na Espanha por estupro contra uma mulher, em episódio ocorrido em 2022 em Barcelona.

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“Nos últimos dias surgiu a notícia que foi o Neymar e seu pai que emprestaram 150 mil euros pra pagar a moça que acusou Daniel Alves de estupro. Muita gente perguntou: Daniel Alves não tem 150 mil euros? É que as contas do ex-lateral do São Paulo estão bloqueadas. O Tricolor, inclusive, assegura que está fazendo o pagamento de R$ 472 mil mensais em juízo, exatamente por conta desse bloqueio”, informou.

“Mas eu posso assegurar que o Daniel Alves não está quebrado, bem longe disso. O jornal ‘Marca’, da Espanha, trouxe uma última atualização dando conta de que o patrimônio do brasileiro gira em torno na casa dos 55 milhões de euros ou R$ 296 milhões.

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Além dos R$ 472 mil por mês, que segue recebendo do SPFC, ele ainda tem outras parcerias, já teve uma loja de roupas, uma marca de óculos, rede de restaurantes… Em outros tempos, no Barcelona, chegou a ter salário de 10 milhões de euros por temporada”.

Diante do crime cometido na Espanha, Daniel Alves foi retirado da lista de lendas do Barcelona. Ele conquistou tudo pelo clube e era tratado como ídolo, mas o caso de violência sexual tirou suas honras na equipe da Catalunha.

Ele ficou um pouco mais de um ano preso até o julgamento, que decretou a condenação no caso. O ex-lateral trocou de versão diversas vezes, entrou em contradição e a Justiça sentenciou a pena, considerada pela defesa da vítima muito branda.