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Polícia Militar usa gás de pimenta em partida da Taça Rio

Tumulto teve início após o término do jogo; atletas e dirigentes da Lusa passaram mal em Bacaxá

Bruno Bravo Duarte
Bruno Bravo Duarte é um jornalista que atua como editor, redator e repórter há mais de dez anos. Formado em Comunicação Social com habilitação em jornalismo pela Universidade Estácio de Sá em 2004, teve passagens por EQI Investimentos, Naspistas.com, Jornal Povo, Jornal do Rock e Niterói TV. Atualmente no Torcedores.com
Portuguesa-RJ x Boavista

Duelo entre Boavista Portuguesa-RJ foi marcado por um grande tumulto (Reprodução - Twitter - Portuguesa-RJ)

O jogo entre Portuguesa-RJ e Boavista, válido pela semifinal da Taça Rio, neste sábado (16), foi marcado por grande confusão e tumulto entre a Polícia Militar e o estafe da Lusa no Estádio Eucyzão, em Bacaxá, Saquarema. O alvoroço teve início após a vitória dos mandantes por 3 a 2.

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O resultado não agradou aos torcedores e dirigentes da Portuguesa-RJ. A Lusa criticou a arbitragem e a polícia local tentou conter o incidente com o uso de gás de pimenta. Uma das vítimas do tumulto foi o presidente da Lusa, Marcelo Barros, que passou mal após inalar a substância. O gestor foi atendido pela ambulância do estádio.

Presidente da Portuguesa-RJ revelou detalhes em entrevista

“O que hoje aconteceu aqui, na semifinal da Taça Rio entre Boavista e Portuguesa, realmente foi lamentável. Não me atenho só à arbitragem, porque lamento muito a arbitragem do jogo de hoje, foi totalmente complicada. Isso aí eu deixo para a Comissão de Arbitragem definir o que aconteceu. Mas o que lamento mesmo foi o que aconteceu após o jogo, onde o segurança do Boavista foi querer bater no meu pai, um senhor de 84 anos com marca-passo. Infelizmente, fui com meu irmão defender o meu pai, a diretoria toda do clube”, comentou Marcelo em entrevista ao Globo Esporte.

“Tomei gás de pimenta no olho. Depois de quase 44 anos de idade, nunca me meti em briga, nunca me meti em problema nenhum. A gente lamenta tomar um gás de pimenta e meu pai ser agredido dentro do estádio. Estádio esse que só tinha dez seguranças em uma semifinal. Portões de entrada para o campo abertos, e aconteceu o que aconteceu. Lamento muito e espero que a Federação tome sanções em relação a esses atos”, completou.

Ao deixar o Eucyzão, os membros da Portuguesa-RJ se dirigiram a uma delegacia de polícia para prestar depoimento. O jogadores e o estafe do clube também irão registrar um boletim de ocorrência.

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