Home Futebol Dodô crava meia diferenciado do futebol brasileiro: “Um absurdo”

Dodô crava meia diferenciado do futebol brasileiro: “Um absurdo”

Ex-jogador destacou a qualidade do antigo companheiro no início da carreira; atleta ficou pouco tempo em solo nacional

Cido Vieira
Cido Vieira é um jornalista graduado no Centro Universitário Uninter que trabalha como redator no Torcedores.com desde 2017, com cobertura focada em futebol brasileiro e mídia esportiva. Acumula dentro de sua trajetória na profissão experiência na área radiofônica, sendo setorista de clubes pernambucanos, cobrindo Brasileirão e Copa do Nordeste.
Dodô, ex-jogador

Dodô durante participação no programa "Boleiragem" (Reprodução - YouTube)

Entrevistado pelo podcast “Denílson Show” nesta segunda-feira (10), Dodô relembrou alguns momentos especiais da carreira e grandes jogadores que dividiu clube ao longo dos anos. Um dos nomes citados pelo ‘artilheiro dos gols bonitos’ foi Fábio Aurélio, lateral-esquerdo e meio-campista com quem jogou no São Paulo.

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“O Fábio Aurélio jogou muitas vezes com o Serginho no meio-campo. O Fábio Aurélio jogou demais”, iniciou Dodô, sendo interrompido por Chico Garcia.

“Esse sofreu muito com lesões depois dos 30. Ele volta para o Grêmio e não consegue jogar”, pontuou o apresentador do podcast, sendo complementado pelo convidado.

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“Mas tecnicamente era um absurdo no Liverpool e no Valencia”, reforçou o ex-jogador.

Tendo iniciado nas categorias de base do São Paulo, Fábio Aurélio se profissionalizou em 1997, atuando por quatro temporadas no time principal do Tricolor do Morumbi. Pelo clube paulista, foram 136 jogos realizados, com seis gols e seis assistências.

Posteriormente, o lateral e meia exaltado por Dodô iniciou sua trajetória no futebol europeu, tendo defendido o Valencia e Liverpool por seis temporadas cada, até retornar ao Brasil para encerrar a carreira no Grêmio, onde teve problemas com lesão e só atuou cinco jogos.

Dodô revela admiração por Guardiola

Comentarista atualmente no Grupo Globo, Dodô chegou a realizar cursos e iniciar uma experiência como treinador, função que ele declinou de seguir posteriormente. Questionado sobre referências e times que gosta de acompanhar, o ex-jogador teceu elogios ao técnico Pep Guardiola e ao Manchester City, pontuando que o profissional espanhol consegue ter o elenco nas mãos e propõe jogo de uma maneira ímpar.

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