Home Mídia Esportiva Milton Neves revela sonho que não realizou na carreira: “Imaginava”

Milton Neves revela sonho que não realizou na carreira: “Imaginava”

Apresentador lembrou morte de narrador histórico e revelou sonho que tinha durante a infância e não realizou

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016. Radialista na Paiquerê 91,7.
Milton Neves, Fiori Gigliotti

Milton Neves e Fiori Gigliotti em programa da Record (Reprodução)

Milton Neves lembrou neste sábado (8) o aniversário de 18 anos do narrador Fiori Gigliotti, considerado por ele um “imortal do rádio brasileiro”.

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Conhecido por seu bordão “torcida brasileira”, Fiori Gigliotti morrem no dia 8 de junho de 2006, de falência múltipla dos órgãos, um dia antes da abertura da Copa do Mundo daquele ano, que foi disputada na Alemanha.

Milton Neves, em sua coluna do UOL Esporte, lamentou a partida de Fiori e destacou “o rádio nunca chorou tanto”. O apresentador ainda lembrou um sonho de infância não realizado: trabalhar com Fiori Gigliotti na Rádio Bandeirantes e ser chamado pelo narrador em uma transmissão.

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“Parece que foi ontem que recebemos a triste notícia de seu falecimento, ocorrido em 2006, por falência múltipla de órgãos. O rádio esportivo nunca chorou tanto quanto naquele dia. E como sonhei em trabalhar com Fiori na Rádio Bandeirantes. Na minha infância, imaginava o histórico narrador me chamando: “E agora com vocês Milton Neves, o mooooço de Muzambinho””, escreveu Milton Neves, que seguiu com o alento de ter sido colega do histórico narrador na Record.

“Não deu tempo de trabalharmos juntos na Band, mas dividimos diversos debates na Record, principalmente no “Debate Bola” e no “Golaço” da Rede Mulher (hoje Record News).”

Fiori Gigliotti era ídolo de Milton Neves e foi lenda do rádio

Lembrado por Milton Neves, Fiori Gigliotti morreu aos 77 anos em São Paulo. Nascido em Barra Bonita, interior paulista, ele narrou nada menos que dez edições de Copas do Mundo. Passou por várias rádios, sendo as principais a Bandeirantes, a Jovem Pan, a Tupi e a Record. Ele encerrou a carreira como comentarista na Rádio Capital de São Paulo.

Um dia após sua morte, na abertura da Copa do Mundo de 2006, Galvão Bueno iniciou a transmissão entre Alemanha x Costa Rica com sua histórica frase: “Abrem-se as cortinas e começa o espetáculo!”.

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