Abel Ferreira voltou a lamentar derrota de 2025 (Photo: Maxi Franzoi/AGIF)
O técnico Abel Ferreira voltou a colocar em pauta a polêmica envolvendo a final da Libertadores de 2025 após a estreia do Palmeiras na temporada 2026.
Mesmo com a vitória por 1 a 0 sobre a Portuguesa, no Canindé, o português utilizou a coletiva para reforçar sua insatisfação com a atuação do VAR na decisão continental, que terminou com o título do clube carioca.
Segundo Abel, o Palmeiras foi prejudicado por erros de arbitragem, o que, em sua visão, comprometeu a legitimidade do resultado. Por isso, o treinador voltou a usar o termo “asterisco” para se referir ao troféu conquistado pelo adversário.
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Abel questiona o VAR da final da Libertadores
De acordo com o comandante alviverde, a final de 2025 teve arbitragem considerada de alto nível, com árbitro e VAR de elite, o que torna os erros ainda mais difíceis de aceitar.
Para Abel, a ausência de revisão em lances capitais deixou marcas que seguem presentes no início de 2026.
Portanto, o principal motivo de reclamação do treinador é a entrada de Pulgar em Bruno Fuchs, quando o volante atingiu a canela do zagueiro palmeirense.
Na avaliação de Abel, o lance era claramente para expulsão, mas acabou ignorado pelo VAR e, por consequência, influenciou diretamente o andamento da partida decisiva.
Contraste com o uso do VAR no Paulistão
Curiosamente, a estreia do Palmeiras no Campeonato Paulista trouxe um episódio que reforçou o discurso do treinador.
No confronto diante da Portuguesa, o atacante Igor Torres foi expulso após o árbitro revisar um lance no VAR, decisão considerada correta pela comissão técnica alviverde.
— Aprendemos este ano, até o VAR aprendeu, vocês viram? Não sei se o VAR da Libertadores era diferente. Muito triste, com uma final teoricamente de VAR e árbitro top. A prova de como o treinador às vezes é chato. Dizem que o Palmeiras não finalizou, mas este asterisco ninguém vai tirar e hoje é prova disso – afirmou.
“Asterisco” ainda pesa no Palmeiras
Posteriormente, o treinador admitiu que o episódio ainda mexe com o clube. Ele destacou que, apesar das críticas externas ao desempenho do Palmeiras naquela decisão, há um fator que jamais será apagado: a arbitragem controversa.

