Renato celebra boa fase do Vasco, mas pede reforços: “Pensar ainda maior”
Treinador vascaíno exalta momento do time, que conquistou 10 pontos dos últimos 12 disputados
Renato Portaluppi celebra a boa fase do Vasco (Credit: Foto Arena LTDA/Alamy Live News)
O técnico do Vasco, Renato Gaúcho, chegou ao clube e, por enquanto, tem uma campanha quase perfeita. Depois de pegar o time na lanterna do Brasileirão com um ponto, disputou quatro jogos e conquistou três vitórias e um empate.
O salto de qualidade do time contra Palmeiras, Cruzeiro, Fluminense e Grêmio dá mais esperanças ao torcedor. E mais ainda, conforme informações do treinador, não tem o deixado em paz nem mesmo nos momentos de folga.
“Vou à praia, e a torcida não me deixa em paz, me abraça, beija, chora (risos). Torcedor é assim. Mas calma, gente. A gente precisa trabalhar bastante ainda. Estou bem com os pés no chão”, afirmou Renato, em entrevista ao “SporTV.”
Embora saiba que o momento é bom, Renato Portaluppi prega humildade. O técnico vê um elenco muito curto e, por isso, vem trabalhando internamente para a chegada de mais reforços. O comandante cruz-maltino acredita que o vascaíno precisa pensar em coisas grandes.
“Converso bastante com o Pedrinho e com a diretoria. Nessa parada durante a Copa do Mundo, na abertura da janela, a gente precisa de reforços para a gente pensar ainda maior e querer algo nessas competições que a gente vai disputar”, disse.
“Tenho 24 jogadores, com três garotos da base. O nosso grupo está muito reduzido, e a gente quer trazer jogadores que vão nos ajudar”, completou.
Sem críticas ao trabalho anterior
A injeção de confiança e o acerto da defesa são os pontos principais para o salto de qualidade do time no Campeonato Brasileiro. E o torcedor vem reconhecendo isso. Renato chama a atenção para a sua primeira entrevista coletiva, quando pediu mais tesão aos jogadores.
O técnico do Vasco, inclusive, não quis citar o trabalho anterior para não criticar o antigo treinador, Fernando Diniz.
“Não quero entrar no mérito de como encontrei o grupo porque têm pessoas que vão achar que estou fazendo críticas ao trabalho do Diniz e não tenho nada a ver com o trabalho do Diniz. Gosto e me dou bem com ele”, afirmou.
“Não tivemos tempo para treinar e pegamos sequência de times que vão brigar lá em cima, Palmeiras, Cruzeiro, Fluminense e o Grêmio. Conversei, tive uma ideia e coloquei na cabeça deles que precisavam jogar com confiança e entrega. Foi o tal do “tesão””, finalizou Renato.

